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Sarandi - Servidores do Fórum realizam nova paralisação

Publicado por Joel de Brito. Publicado em Quinta, 30 Outubro 2014 07:59

 

Os servidores da Justiça da Comarca de Sarandi­RS, em atendimento ao que foi deliberado na Assembléia Geral da Categoria, realizada no dia 17 de outubro de 2014, paralisaram suas atividades no dia 29.10.2014, com manutenção do percentual de 30% dos servidores para atendimento das medidas urgentes e realização das audiências aprazadas, conforme prevê a lei. da categoria, quais sejam: dos descontos e sua extensão aos aposentados e nas férias e licenças.

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A paralisação se faz com o objetivo de ser atendida a pauta de reivindicações:

1­Reajuste do auxílio refeição no valor pleiteado pelos juízes com o fim

2.Preenchimento dos 1.666 cargos vagos no Judiciário;

3.Combate ao assédio moral;

4.Remuneração urgente dos plantões;

5.Reajuste do auxílio condução dos Oficiais de Justiça;

6.adoção da jornada de trabalho de sete (07) horas – medida de economia e melhoria na qualidade de vida dos servidores

7.Mesa de negociação do PCS – não votação do texto no TJ até que seja esgotada a discussão e sejam atendidas as reivindicações dos servidores da justiça;

8.Plano de recuperação de perdas salariais de quase 54%, através do ganho real nos vencimentos com o não parcelamento da inflação, o que corrói o salário dos

9. Construção de um Fórum novo para a Comarca de Sarandi e

10. Criação da 2a Vara.

Como noticiado no Clicrbs, mais de 90% dos magistrados da Justiça Estadual pediram auxílio­moradia. Maioria dos que não fizeram a solicitação já não tinha direito ao benefício. 754 juízes e desembargadores da Justiça Estadual começaram a receber os R$ 4.377,73 a mais no salário. Trata­se do polêmico auxílio­moradia autorizado administrativamente pelo Conselho Nacional de Justiça e em liminares pelo Supremo Tribunal Federal. O dinheiro extra entrou na conta na folha de pagamento de outubro. Representa 92% dos 138 desembargadores e 678 juízes. Mas a grande maioria dos que não pediram o auxílio­moradia, é porque realmente não teria direito a receber, por terem cônjuges ou companheiros que recebem o benefício.

Apenas quatro magistrados da Justiça Estadual abriram mão do auxílio­moradia por discordarem do benefício. Em muitos casos, o auxílio­moradia somado ao subsídio dos magistrados ultrapassa o teto do funcionalismo público, que é de R$ 29,4 mil. desembargador Túlio Martins, explica que as vantagens eventuais são consideradas indenizações e por isso não entram no cálculo para fins de teto salarial do Tribunal já adianta que será preciso fazer "readequação do orçamento do Judiciário para a O presidente do Conselho de Comunicação do Tribunal de Justiça, com o pagamento de R$ 4.377,73 por mês para cada magistrado, o presidente realização do pagamento". O presidente do Conselho de Comunicação da corte adianta que será preciso fazer cortes no custeio. O desembargador Túlio Martins afirma que ainda não há definição de onde ocorrerá os cortes para cumprir a decisão judicial, mas cita alguns exemplos de onde é possível reduzir os gastos, foros e expansão de determinados serviços é onde nós aparentemente podemos mexer", adianta

"Tinta para impressora, papel, veículos, energia elétrica, construção de novos o auxilio­moradia é pago aos magistrados mesmo que eles trabalhem no mesmo local onde moram. O Judiciário estadual tem atualmente na ativa cerca de 700 juízes e desembargadores. Significa que o desembolso mensal com o benefício será de R$ 3.064.411,00.

DiárioRS

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