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  • José Leal

Sarandi - Sarandi em fatos 20/04

 

Sarandi Em Fatos passa a partir dessa edição a ter em uma das edições mensais entrevistas com personalidades, pessoas e lideranças com atividades diferenciadas ou que despertam reações e sentimentos positivos e negativos. A estreia é com o sarandiense Luiz Waldemar Albrecht . “Atualmente divido o meu tempo entre o Sul e o Norte do Brasil. Mantenho moradia em Sarandi e Boa Vista, Capital de Roraima. Conservo atuação jurídica em parceria, em diversas regiões do Brasil. Na área comercial, sou representante dos produtos da New Holland Agriculture para os Estados de Roraima e Amazonas e da New Holland, Construcion, para o Estado de Roraima, vendendo máquinas agrícolas e máquinas rodoviárias da marca. “

Quais as razões que o levaram a deixar Sarandi .

“As razões que me levaram reduzir o meu tempo em Sarandi, foram questões de ordem profissional. Com a qualificação profissional que possuo, percebi que poderia galgar mercados maiores, mais competitivos e mais exigentes. Estes novos mercados me projetaram nacionalmente como advogado com atuação perante o Supremo Tribunal Federal, patamar desejada por todos os causídicos”

Como vereador. secretário municipal e presidente da Câmara de Vereadores. Qual lhe deu maiores satisfações e maiores decepções.

“Quando atuei na política em Sarandi, no exercício do cargo de Presidente da Câmara coube-me a satisfação de idealizar e dar início na construção do Palácio Legislativo Municipal, dotando a Casa do Povo de sede própria, mas o que melhor fiz foi estimular e impulsionar a fundação da APAE. Como Vereador, participei ativamente na fundação do Hospital Comunitário. Nas atividades executivas atuei fortemente na implantação do Transporte Municipal Universitário e na Fundação da ASEU, que teve como seu primeiro endereço, o meu escritório. O primeiro ônibus Municipal Universitário foi adquirido por ordem do saudoso Reinaldo Luiz Toazza. Decepções não às tive, tanto que prossegui colaborando com a sociedade em várias frentes e como membro integrante da Comissão Pró Ensino Superior que por generosidade dos meus pares fui escolhido para Presidir a Comissão, conquistamos a implantação do Campus da UPF em Sarandi.”      

Suas atitudes e influências políticas que lhe eram atribuídas geraram opiniões que gravitavam em três posições, rejeição , aprovação e quem buscava explicação para seu poder de influencia. Como vê essas posições a seu respeito

“Só exerce influência quem possuir virtudes. Para liderar precisa indicar caminhos. Nenhum líder consegue unanimidades. A rejeição vem daqueles que não se consegue liderar. Nunca me julguei uma pessoa influente. Procurei ser fiel as minhas ideias e leal aos meus companheiros. A minha credibilidade deriva da fidelidade e honestidade de propósitos. A meu respeito ninguém se engana. Sou um homem de posições definidas.”

0 senhor era peemedebista em Sarandi .Continua membro do partido e tem participado de decisões da sigla em Sarandi .

“O PMDB em Sarandi não soube encontrar o seu rumo. Conviveu sempre com divisões internas. No passado, foi dirigido por pessoas imaturas, que acabaram por expulsar companheiros de valor, quando me desliguei. A Política é a ciência da inclusão, jamais da exclusão. Não tenho mais participação no PMDB em Sarandi, hoje, milito em Roraima sob a liderança do Senador Romero Jucá, Presidente Nacional do MDB. “

O senhor foi afastado por decisão judicial das atividades no consórcio de saúde e na época acusado de receber recursos indevidos. Como foi o desfecho dessa questão

“A comunidade regional sempre soube da minha dedicação às causas humanitárias. Participei ativamente na construção do Hospital Comunitário, fui quem redigiu os seus Estatutos Sociais. Possuo Pós Graduação em Administração Hospitalar pela UFRGS. Presidi eo Hospital por duas vezes. Formatei o Consórcio Intermunicipal de Saúde, redigindo os seus atos constitutivos. Tudo por ideal. Acabei sendo irresponsavelmente acusado pelo Promotor Griza, de improbidade administrativa na condução do Consórcio. Esta acusação não resistiu ao exame dos Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado que fiscalizaram a movimentação financeira do Consórcio e aprovaram as contas sem ressalvas, como também não resistiu ao acurado exame do Judiciário que julgou improcedente a Ação. Quando o Promotor propôs a Ação, convocou a mídia regional para anunciar o feito. Deveria ter agido da mesma forma quando o TCE aprovou as contas e quando o Judiciário julgou improcedente a sua Ação. Manteve-se silente porque o seu propósito era de vingança pessoal. Hoje, a sociedade é quem está pagando o preço pelo desmonte do melhor serviço de saúde comunitária, já visto. A sociedade foi privada de uma Unidade de Tratamento Intensivo(UTI), uma unidade de tratamento de hemodiálise e um moderno ambulatório para atendimento de urgência e emergência “.

Nas rodas políticas comenta - se que mantem influência na escolha e decisões da direção do HCS

“Eu nunca exerci influência na escolha da Administração do Hospital. O Conselho do Hospital é formado por homens que sabem da sua importância para a saúde da população regional. Sem o Hospital a saúde seria uma caus. É lamentável que as autoridades públicas não pensem desta forma. Poderíamos ter uma casa de saúde ainda melhor, mas, os administradores públicos preferem distribuir uma sexta básica ao invés de um exame de alta complexidade. O exame não dá voto e a sexta básica sim. Sou sócio fundador do Hospital e integro o seu Conselho de Administração, não participo da sua diretoria. Os funcionários do Hospital sabem que recebi uma casa inviabilizada, sem crédito e entreguei saneada, com significativa soma em aplicação financeira. Por isso os funcionários do Hospital são reconhecidos comigo porque consolidei uma empresa que garante a pontualidade no pagamento dos seus colaboradores “.

É fato notório que o MD B de Sarandi tem a ala PP e a ala PDT. Defende ou integra uma delas ?

“Todos os que militam na política de Sarandi sabem desta divisão no PMDB. Sempre me posicionei no centro-esquerda. Foi esta divisão que sempre atrapalhou a vida do PMDB. Ninguém confia na ideologia. Quando os partidos vão acertar alguma composição com o PMDB ronda a desconfiança de que não haverá unanimidade. Isso enfraquece o poder de barganha da sigla. É lamentável que seja assim, pois com isso o partido perde espaço no poder. Hoje, como disse, sou PMDBista em Roraima. “

Além da modernização do prédio no centro de Sarandi. Outras obras planejadas ?

“Eu comecei a minha vida em Sarandi, cheguei à cidade no dia 31.01.1966, com 19 anos de idade. A sociedade me acolheu, aí casei e tive 3(três) filhos. O Prédio é uma retribuição que eu, esposa e filhos, estamos dando à sociedade de Sarandi pelo que nos proporcionou. Embelezar a cidade para o orgulho de todos. Tem pessoas que pensam de forma diferente. Ganham o dinheiro em Sarandi e investem fora. Eu ganho fora e invisto em Sarandi. Não tenho nada a esconder. Na área da construção civil possuímos novos projetos que no momento certo todos, verão. “

Fim

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fatos sarandi

 

José Leal

 

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