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Procurador do Ministério Público Federal é preso por crime sexual

 

Procurador já respondeu a processo em Passo Fundo

policiaO procurador do Ministério Público Federal de Canoas, Pedro Antônio Roso  foi preso pela Polícia Federal há aproximadamente um mês. Segundo informações da Rádio Gaúcha de Porto Alegre, Pedro Antônio Roso está detido na carceragem da PF na Capital por suspeita de ter cometido crime sexual. 

Ainda conforme a Rádio Gaúcha, a vítima fez um registro de estupro contra ele na Delegacia da Mulher de Porto Alegre. O caso está sendo investigado pelo MPF e tramita em segredo de Justiça no Tribunal Regional Federal da 4ª Região. 

Em função do sigilo, a polícia, o MPF e o TRF não esclareceram as circunstâncias do crime, nem o dia em que os fatos ocorreram. O advogado do procurador confirma a existência da denúncia. Alega que Roso teve um surto psicótico na ocasião da suposta agressão. 

O Ministério Público Federal confirmou que o procurador está respondendo a procedimentos sigilosos sobre suposta prática de crime comum, mas em função do sigilo informou que não pode confirmar o crime que ele teria praticado. 

A reportagem do jornal Diário Gaúcho, que apurou também os fatos, afirmou que conversou com um familiar do procurador. Na conversa ele disse que soube da investigação, mas que desconhece a prisão por não ter muito contato com ele.

Como procurador da República tem foro privilegiado, ele não pode ser investigado pela Polícia Civil. Por isso, o caso está sendo analisado pelos desembargadores do TRF. 

Segundo o advogado de defesa, os próximos passos do caso dependem do resultado do exame psiquiátrico. O advogado do procurador espera que ele seja transferido da carceragem da PF para uma clínica psiquiátrica nesta semana.

O procurador da República Pedro Antônio Roso já respondeu a outro processo no TRF por crime de trânsito, desacato e lesão corporal. Segundo o processo, o caso ocorreu em fevereiro de 2004. 

Este crime ocorreu em Chapecó, quando  o procurador teria se envolvido em um acidente com um casal em uma motocicleta, e teria deixado de prestar socorro às vitimas. Ele teria fugido do local com o carro e desacatado os policiais militares que atenderam a ocorrência. 

No dia seguinte, já em Passo Fundo, o procurador foi acusado de agredir um advogado. Os dois fatos foram julgados no mesmo processo.

A defesa alegou que o procurador não prestou socorro às vítimas porque corria o risco de ser agredido pelo motociclista. Com relação ao desacato, a defesa declarou que a conduta dos policiais teria sido ilegal. Quanto à agressão, a defesa afirmou que as vias de fato foram recíprocas. 

Durante o processo, a defesa chegou a instaurar procedimento de problemas mentais alegando que Roso teria problemas psiquiátricos, mas o Tribunal decidiu encerrar o incidente e prosseguir com o caso. 

Cinco anos depois, após uma série de recursos, o TRF condenou o procurador pela prática de lesão corporal e o absolveu pela acusação de desacato. Como os crimes de lesão corporal e de trânsito já haviam prescrito, não havia mais possibilidade legal de puni-lo.

Contraponto

 

O advogado do procurador, João Jaccottet, defende que Roso teve um surto psicótico e que tem problemas psiquiátricos. Jaccottet alega que a versão da vítima é contraditória e que não está confirmado se a agressão aconteceu.

*As informações são da Rádio Gaúcha.

Caso em Passo Fundo

 

No passado o procurador do Ministério Público Federal de Canoas, Pedro Antonio Roso, colocou em risco motoristas e pedestres na Avenida Presidente Vargas com um ato de trânsito condenável, quando, aparentemente fora de si, entrou com seu carro pela contramão em direção ao centro. A Brigada Militar interviu, sendo que o procurador se exaltou, desacatou um policial e jogou o veículo para cima do soldado.

Ele chegou a andar por vários metros com o policial no capô do seu carro e só foi parado diante da ameaça de armas de outros policiais, exatamente em frente ao edifício Dom Guilherme, na Presidente Vargas. Na  época  a Uirapuru noticiou, com base no testemunho dos policiais, que ficou visível o hálito etílico do procurador, que em alta voz falou à todos que era imune às leis. Este fato ocorreu antes do crime ao qual ele responde no momento.

Na ocasião a Uirapuru divulgou os fatos, com o testemunho de policiais e foi punida pela justiça da época, sob alegação da justiça de que tratava-se de um cidadão honrado e ilibado, mas que agora está preso pela Polícia Federal, acusado de ter cometido crime sexual.

Por Jornalismo Rádio Uirapuru 

DiárioRS

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