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Atendimento multidisciplinar em oncologia em debate

 

1º Simpósio Multidisciplinar em Oncologia foi realizado em Passo Fundo/RS, no sábado, 30 de setembro

O atendimento multidisciplinar, envolvendo diversas áreas da saúde, é uma tendência na oncologia visando não só a cura do paciente, mas uma melhor qualidade de vida. Esse assunto foi discutido no 1º Simpósio Multidisciplinar em Oncologia, realizado pelo Centro de Tratamento do Câncer (CTCAN), em Passo Fundo, no sábado, dia 30 de setembro, no auditório da Unimed. O evento envolveu as áreas de medicina, enfermagem, farmácia, fisioterapia, nutrição, psicologia, fonoaudiologia e odontologia. O Simpósio contou com o apoio da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), além de diversas instituições de saúde e de educação.

Os cuidados oferecidos por uma equipe multidisciplinar especializada pode contribuir para melhores resultados no tratamento oncológico. “Estudos recentes mostram que o atendimento multidisciplinar, com o envolvimento de vários cuidadores, promove uma melhor qualidade e maior tempo de vida aos pacientes oncológicos, do que apenas o tratamento com medicamentos e avanços tecnológicos”, revela o oncologista clínico do CTCAN, Dr. Alvaro Machado, que também é diretor da SBOC.

Palestraram Renata D’ Alpino/SP; Daniele Konzen/RS; Anke Bergmann/RJ; Alice Buss Cruz/SC; Rita Zambonatto/RS; Vera Martins/RS; Etielle Sonaglio/RS; Alexandra Magalhães Silveira/RS; Simone Borba Montuani/SC; e Rozelaine E. Ziegelmann/RS.

A dor no câncer
A dor oncológica é preocupação da Organização Mundial da Saúde (OMS) desde o século passado, visto ser um sintoma de alta prevalência em pacientes com câncer e sua incidência aumenta com o avançar da doença. “Quando tratamos um paciente com câncer, além de tratar especificamente a doença, devemos atentar para todos os sintomas associados, entre eles a dor, bem como todos aspectos relacionados a ela: social, psicológico e espiritual, considerando paciente e família. Somente assim estaremos realizando um tratamento de excelência e humanizado”, enfatiza a anestesiologista, Dra. Rita Zambonatto, médica do Serviço de Tratamento da Dor e Medicina Paliativa do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

Tratamentos com menos efeitos colaterais
As terapias alvo são drogas que agem em algum processo ou via de sinalização da célula cancerígena, sendo mais específica do que a usual quimioterapia. Já a imunoterapia age estimulando o sistema imunológico a combater melhor as células cancerígenas. “Estamos cada vez mais vivendo a era da Medicina Personalizada em Oncologia, onde cada vez menos utilizamos quimioterapia clássica em prol do uso de terapias alvo e imunoterapia. Tanto as drogas alvo quanto a imunoterapia constituem grandes avanços no tratamento do câncer ao permitirem uma terapêutica mais individualizada para o paciente paralelamente a um menor perfil de efeitos colaterais”, explica a oncologista e coordenadora dos Tumores Gastrointestinais e Neuroendócrinos do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (SP), Dra. Renata D’ Alpino, enfatizando, no entanto, que esses medicamentos têm perfil de toxicidade diferentes da quimioterapia tradicional, alguns deles com risco de vida, o que deve ser de conhecimento da equipe de saúde responsável pelo paciente, além de serem muito caros e inacessíveis a boa parcela da população.

Impacto das emoções no tratamento oncológico
Como as emoções podem contribuir na adesão e possibilitar recursos positivos de enfrentamento no tratamento oncológico também foi um dos assuntos abordados no evento. A especialista em psico-oncologia, Simone Borba Montuani, explica que o câncer desperta muitas emoções e muitos pacientes costumam relacionar o câncer com a morte. Isso, segundo ela, gera expectativas, medos e fantasias. Essas emoções atingem não só o paciente, mas os familiares e pessoas próximas. “O psico-oncologista trabalha no sentido de auxiliar na elaboração dos sentimentos, no acolhimento e escuta ativa, auxiliando também ao paciente em reconhecer as suas emoções, podendo assim desenvolver habilidades para a melhora da sua autoestima e autoconfiança durante o processo de tratamento oncológico”, salienta Simone.

 

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CTCAN

 

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