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Leia Sarandi em Fatos de 11-03


Data de publicação: 12 de março de 2016
Coluna: José Leal
Colunista: José Leal



 


Pressão


A poucos  meses esse colunista entrevistou o presidente nacional do MST, João Pedro Stédile em visita á Fazenda Annoni(foto). Na ocasião Stédile já adiantava que se as pressões para derrubar a presidente Dilma tomasse corpo ele convocaria o que chamou de  Exercito do MST”  para ir ás ruas. Na semana passada Stédile voltou a se manifestar afirmando que a primeira ação do movimento seria o fechamento de estradas. Por outro lado o líder do MST também cobrou a participação de outros movimentos sociais e não somente o MST.



Hospital


Gerou muita reclamação a falta de um profissional da pediatria no Hospital Comunitário Sarandi. O presidente explicou que  a  falta   deu-se em razão de licença médica  da profissional que atendia no hospital e que esta semana ele voltaria a atender.


Hospital


Um dos problemas de todos os hospitais é a falta de profissionais que se sujeitem a atender pelo SUS. Um atendimento  pediátrico ou parto pelo SUS rende ao hospital cerca de duzentos reais sendo que esse mesmo atendimento particular rende dois mil reais para o médico.


História do Radio 01


A alguns anos, aqui no Folha da Produção, por meses recordei várias fatos envolvendo a história do rádio em Sarandi nas ultimas décadas. A alguns dias alguns leitores reportaram-se a algumas dessa histórias. Vamos retomar esses fatos a partir dessa semana. Histórias engraçadas, tristes, alegres, pitorescas e algumas verdadeiras aventuras. “ Pedaço de teia “. A história de hoje recorda um personagem folclórico do esporte de Sarandi, divulgaremos apenas a inicial de  como era conhecido, “ T “.  Como roupeiro de várias  equipes de futebol, inclusive Ipiranga, e futsal, na Associação Sarandi, “ T “, deixou muitas histórias. Uma delas, no futebol, ao reclamar com a arbitragem tentou ser o mais clássico possível ao se dirigir ao arbitro reclamando da torcida adversária mas resvalou no seu português.  “  professor, estão jogando objetos estranhos no gramado, incrusive pedaço de teia”. Outra, essa no futsal, “ onde fica a toalete, será que tem toáia “ .


Grenal


O Grenal do ultimo domingo gerou comentários, asneiras, bobagens, condenações, baboseiras de toda a espécie como se o empate fosse derrota para os dois. Entre tantas opiniões, uma me chamou a atenção e por isso publico aqui:. “Foi extremamente infeliz o vice-presidente de futebol do Grêmio, César Pacheco, ao declarar na noite de segunda-feira, à Rádio Gaúcha, que veio uma ordem para uma entrada criminosa no atacante Miller Bolaños. Foi extremamente infeliz o vice-presidente de futebol do Inter, Carlos Pellegrini, ao declarar, logo após o Gre-Nal do último domingo, que o volante Maicon deveria ir direto para a delegacia depois de um lance violento contra Rodrigo Dourado.


Analisem bem o que disseram os homens que estão dentro dos vestiários colorados e tricolores, em contato direto com os jogadores:


Imagino de onde veio essa ordem para a entrada criminosa no Bolaños. A gente sabe como funciona. São pessoas que recebem elogios. Mas conhecemos o futebol e sabemos de onde vêm essas coisas – palavras de Pacheco.


O lance do William faz parte do jogo, não teve a intenção de lesionar. Já, ao contrário, o lance do Maicon com o Dourado, tinha que sair direito para a delegacia. Entrou visivelmente para quebrar a perna — poetizou Pellegrini.


Pacheco, a ordem veio de quem? O senhor está acusando dezenas de pessoas que trabalham sério dentro do Internacional e está contestando o caráter de muita gente com uma afirmação leviana como esta.


Pellegrini, o senhor está comparando o volante Maicon a um criminoso ao sugerir que ele deveria ir para uma delegacia depois de um lance de jogo. Em que mundo os senhores vivem?


Enquanto uma parcela significativa da sociedade gaúcha faz o possível para amenizar a violência no futebol e buscar um ambiente pacífico, especialmente em clássicos, os senhores disparam acusações e palavras que estimulam o ódio de gremistas contra colorados, colorados contra gremistas. Logo os senhores, que são, depois dos presidentes dos dois clubes, as pessoas com maior responsabilidade aqui na província.


Os discursos inflamados do lado azul e do lado vermelho ultrapassam as paredes da Arena e do Beira-Rio e invadem o imaginário popular. Ontem eu ouvi várias pessoas falando que ¿essa bagaceirada do Inter¿ deveria ser presa. Fala sério!


São atitudes como a de Pellegrini e Pacheco que mostram como ainda estamos longe de uma cultura verdadeiramente pacífica no futebol. Depois, é fácil dizer que a culpa dos conflitos é das torcidas organizadas. Enquanto tivermos dirigentes com este nível e sem serenidade para lidar com episódios tensos, seguiremos remando contra a maré.


Por Mauricio Tonetto


PMDB


Repercutiu comentários feitos aqui nas ultimas edições sobre a situação do PMDB de Sarandi quanto ás eleições municipais. Alguns negaram a conversação com o PDT e outros justificam o “ esfriamento” da candidatura de Cezimbra devido á falta de apoio interno de uma entidade da qual o delegado faz parte .


Estradas


A situação de ruas e estradas em Sarandi resultaram em muitas reclamações trazidas ao colunista nas ultimas semanas. Principalmente de ruas na cidade em locais mais afastados do centro. As reclamações foram levadas ao secretário de obras e ao vereador Leno. Ambos foram entrevistados pelo colunista e colocaram seus posicionamentos. O vereador pedetista fez um relato de vários locais onde as ruas estão intransitáveis e a resposta do secretário Barbiero foi num tom agressivo. Pediu paciência pois a prioridade são as estradas do interior para o escoamento da safra agrícola. Algumas das  reclamações já são de vários meses, antes da chuvarada da ultima semana.


Candidato I


Surpresas poderão surgir em breve nas candidaturas e apoios para a próxima eleição municipal. Antigos aliados, depois adversários podem voltar a ser aliados. Apoiadores atuais poderão migrar para o lado inimigo. Candidaturas tidas como certas para vereador poderão não ser concretizadas dependendo do candidato a prefeito por determinada sigla.


Candidato II


Cardozo não esconde certa mágoa com setores do PP


Candidato III


PDT e PP deverão  colocar de forma ainda discreta e extra oficial o nomes dos pré-candidatos a vereador.  Mais dois encontros com jantares serão realizados em uma semana.


DiárioRS


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