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Barra Funda - Município participa do processo de implementação da Rede Cegonha na microrregião

 

A humanização do parto e nascimento como uma experiência exitosa e possível, foi apresentada no dia 19 de setembro, pela maternidade do Hospital Comunitário de Sarandi, em que estiveram presentes diversos representantes dos municípios, incluindo a Secretária de Saúde e o Coordenador de Projetos de Saúde de Barra Funda.

A reunião foi organizada pela 15ª Coordenadoria Regional de Saúde, que teve como principal objetivo a regulação do processo de implementação da Rede Cegonha na microrregião, fortalecendo o direito da gestante e bebê ao acesso, a equidade no cuidado e a integralidade das ações.

Desta forma, pôde-se perceber que os gestores, profissionais e hospital, estão dedicados e empenhados na luta pela efetivação desta Rede.

Os municípios referenciados para esta maternidade conforme CIR n° 25/2017, além do nosso, são: Trindade do Sul, Três Palmeiras, Ronda Alta, Rondinha, Sarandi, Chapada, Nova Boa Vista, Novo Xingu, Constantina, Engenho Velho e Liberato Salzano.

A Rede Cegonha é uma estratégia do Ministério da Saúde, operacionalizada pelo SUS, fundamentada nos princípios da humanização e assistência, onde mulheres, recém-nascidos e crianças tem direito a:

• Ampliação do acesso, acolhimento e melhoria da qualidade do pré-natal. 

• Transporte tanto para o pré-natal quanto para o parto. 

• Vinculação da gestante à unidade de referência para assistência ao parto - “Gestante não peregrina! ” E “Vaga sempre para gestantes e bebês! ”. 

• Realização de parto e nascimento seguros, através de boas práticas de atenção. 

• Acompanhante no parto, de livre escolha da gestante. 

• Atenção à saúde da criança de 0 a 24 meses com qualidade e resolutividade. 

• Acesso ao planejamento reprodutivo.

É uma Rede de cuidados que assegura às MULHERES o direito ao planejamento reprodutivo, à atenção humanizada à gravidez, parto e puerpério e as CRIANÇAS o direito ao nascimento seguro, crescimento e desenvolvimento saudáveis.

OBJETIVOS

• Fomentar a implementação de um novo modelo de atenção à saúde da mulher e saúde da criança com foco na atenção ao parto e ao nascimento e no desenvolvimento infantil de zero aos 24 meses; 

• Organizar uma Rede de Atenção à Saúde Materna e Infantil que garanta acesso, acolhimento e resolutividade; e 

• Reduzir a mortalidade materna e infantil, com ênfase no componente neonatal.

PRINCÍPIOS

• O respeito, a proteção e a realização dos direitos humanos;

• O respeito à diversidade cultural, étnica e racial;

• A promoção da equidade;

• O enfoque de gênero;

• A garantia dos direitos sexuais e dos direitos reprodutivos de mulheres, homens, jovens e adolescentes;

• A participação e a mobilização social; e

• A compatibilização com as atividades das redes de atenção à saúde materna e infantil em desenvolvimento nos Estados.

COMO FUNCIONA O PARTO HUMANIZADO?

Seja em clínicas particulares ou hospitais públicos, a gestante tem o direito de decidir como deseja dar à luz. Apesar da popularidade do parto normal e da cesárea, o humanizado é o que menos oferece riscos à saúde da mãe e do recém-nascido.

O preparo para o parto humanizado se inicia no pré-natal, que é completamente diferente do convencional e não cuida apenas da saúde física, mas também do estado psicológico e emocional da mãe. Ao optar por esse tipo de parto, a gestante que depende do SUS deve avisar a equipe médica ainda nos primeiros meses de gravidez.

O parto humanizado tem sido a primeira opção de parto das gestantes, já que acontece de forma natural e segura. Vale ressaltar que ele é bem diferente do parto normal, onde geralmente é feito o corte do períneo, uso de anestesia e a mãe é submetida a condição de paciente, logo, deve ceder a tudo que é imposto a ela no momento do parto.

O grande diferencial do parto humanizado, é o respeito as preferências e escolhas da gestante e ao laço entre mãe e filho. A mulher decide como quer à luz, pode ser em uma banheira, em cima de uma bola de parto, deitada na cama, agachada, apenas com as costas de braços apoiados, ou como desejar. Para amenizar possíveis dores, pode ser feita a analgesia, que cessa as dores, mas não bloqueia os movimentos.

Após o nascimento nenhuma intervenção é feita, o bebê é limpo e enrolado em panos macios para ser entregue a mãe logo após os primeiros minutos de vida. A amamentação é feita em seguida, respeitando a orientação da OMS de que a alimentação do bebê deve ser feita na primeira hora de vida. O cordão umbilical é cortado apenas quando para de pulsar e a aspiração é feita somente se necessário.

O parto humanizado respeita o momento de nascimento do bebê e as condições do organismo da mulher, não provoca o rompimento da bolsa e só é realizado quando as contrações acontecem a cada três minutos. Por este motivo, não é possível agendar o parto, ele é feito apenas quando o bebê der os primeiros sinais de que está pronto para nascer.

A mãe que realiza o pré-natal pelo SUS deve comunicar a opção pelo parto humanizado à equipe médica, que tem o dever de respeitar a decisão da gestante e orientá-la a sobre o procedimento da melhor maneira possível, inclusive sobre o momento ideal para o parto.

 

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Julie Tomazi - AIP

 

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