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Barra Funda - 17ª Cavalgada é realizada no município

 

Para os adeptos ao tradicionalismo, no último final de semana entre os dias 27 a 29 de abril, ocorreu no município de Barra Funda mais uma edição da Cavalgada promovida pelo Consórcio Intermunicipal formado pelos municípios de Barra Funda, Novo Barreiro, Chapada e Nova Boa Vista.    

Em sua 17ª edição o evento foi coordenado pelo CTG Rincão Gaúcho da Linha Carijo, onde na sexta-feira à tarde ocorreu a chegada dos cavaleiros e equipes de apoio. A noite aconteceu a solenidade de abertura com pronunciamento de autoridades e após encerramento das atividades com jantar e pernoite.

Na manhã seguinte após o café campeiro, iniciou a cavalgada na Linha Carijo, passando por Linha Cabrito, Linha Santa Lúcia indo até a sede com parada no CTG Reponte da Tradição para um breve descanso, dando sequência pela RS 569, passando pela Linha Jogareta até o CTG Cancela da Palmeira, na cidade de Novo Barreiro, onde ocorreu o almoço. Pela parte da tarde a cavalgada seguiu passando pelo perímetro urbano de Novo Barreiro e Linha Olaria em direção ao interior de Chapada em Linha Boi Preto, em que foi realizado acampamento no Capão da Mortdandade.

No domingo, ocorreu a Missa Crioula regida pelo município de Barra Funda com a participação do coral, Liturgia a cargo da equipe da Paróquia e do padre Pedro Acco. Ao meio dia ocorreu almoço e em seguida a dispersão e encerramento da cavalgada.

A cada ano a cavalgada é ainda mais emocionante, este ano cerca de 90% dos participantes eram jovens de 04 a 20 anos, “ver a cavalgada ser um sucesso e muitos cavalarianos, mulheres, homens, crianças, todos participando, não tem preço” disse Marcos que acompanhou o evento.

É importante destacar a data especialmente para as novas gerações, que estão renovando os quadros do Movimento Tradicionalista e para quem deve-se repassar e mostrar como tudo começou, especialmente os ideais, pensamentos, objetivos, sonhos...Defendendo a ideia de que, o Movimento deve forçar o resgate destes legados, relembrando os fatos e atos do nosso nascedouro.

A Cavalgada é feita para homenagear os 370 homens que foram atacados e degolados enquanto dormiam, numa das mais terríveis batalhas de nossa região, homens esses que defendiam os ideais de nosso estado.

Entenda a Degola do Boi Preto - Capão da Mortandade

Boi Preto foi palco de intensa agitação durante a revolução federalista em 1894, evidenciada por partidos irreconciliáveis, os chimangos e maragatos, neste distrito ocorreu um confronto sangrento entre integrantes deste partido, mais de 370 combatentes perderam suas vidas, ato denominado “A Degola do Boi Preto” – hoje denominado Capão da Mortandade e onde acontece anualmente a Cavalgada da Independência.

Num acampamento de maragatos aconteceu a degola do Boi Preto, um dos mais cruéis episódios da revolução Federalista. Esse local sediou grande monstruosidade de morticínios, agora conhecido como Capão da Mortandade, por virtude do grande número de mortos.

Curiosidade: a degola era empregada como uma forma de intimidar os adversários, pois era barata e silenciosa e o gaúcho tinha um bom manuseio com a faca, adaga.

Dia 4 de abril de 1894, Coronel Firmino se aproximou de Boi Preto com 1500 homens bem armados que cercaram as tropas de Ubaldino. E foi assim, na noite do dia 4 para o dia 5 de abril que aconteceu o fato mais horrendo da revolução federalista. Alguns, para evitarem a morte, passaram a representar o grupo republicano, poucos se salvaram dessa forma, os demais foram postos em fileiras e contados, quando o comandante federalista, passou o dedo indicador no seu pescoço dando sinal de início a degola. Era a revanche, muitos dos condenados não faziam ideia do porque de sua morte.

O chão ficou ensopado com um imenso lençol colorado. Nesse combate nenhum republicano morreu. Este morticínio foi o maior da revolução, é conhecido municipalmente, tem adesão estadual e nacional.

Eventos como a cavalgada são necessários para incentivar o interesse pelo conhecimento histórico. Pois um povo que desconhece os acontecimentos mais marcantes de sua terra, é um povo sem história, sem amor simplesmente divorciado de sua terra. (Fonte: Rádio Simpátia)

 

calvalgada

 

Julie Tomazi - AIP

 


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