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Frederico Westphalen - Formação continuada faz diferença no ensino da leitura e da escrita

Como mobilizar os alunos brasileiros em atividades que permitam desenvolver as competências oral, escrita e leitora? Após participarem de formação com a metodologia da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro, professores de diferentes cantos do país mudaram suas práticas em sala de aula, engajaram seus alunos, e mostram que é possível fazer a turma avançar.

Como eles conseguiram? Propondo atividades em sala de aula a partir da cultura local. Os professores desenvolveram um projeto didático, com uma sequência de atividades que propõem práticas de escrita a partir da cultura local e do interesse dos alunos. Os estudantes tiveram acesso a textos de diferentes gêneros, inclusive literários, desenvolveram inúmeras habilidades o que permitiu que eles avançassem em suas produções de texto, leitura e oralidade. 

O projeto de Frederico Westphalen (RS) está entre os 24 selecionados pela equipe técnica da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro. Eles passaram por uma rigorosa peneira: quase 600 educadores certificados pelo curso online Caminhos da Escrita foram convidados a apresentar o projeto que desenvolveram durante o curso. Essa foi a primeira condição para a seleção dos participantes. Ao final do processo, 24 projetos foram escolhidos para serem apresentados no Seminário Internacional Escrevendo o Futuro, que ocorreu dia 23/6, em São Paulo (SP). 

Como os professores conseguiram encorajar seus alunos a se tornarem leitores e escritores? Para Sônia Madi, coordenadora do Escrevendo o Futuro, “é o escrever para ser lido, para se comunicar e para expressar sentimentos que tem sido a bandeira do programa ao longo de 14 anos”. Ela acredita que as 24 experiências apresentadas no seminário demonstram que o objetivo primordial do Programa – auxiliar professores a ensinar melhor a língua portuguesa – está sendo alcançado. 

O que é a Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro? Uma iniciativa da Fundação Itaú Social e do Ministério da Educação, coordenada pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), que desenvolve ações de formação de professores com o objetivo de contribuir para a melhoria do ensino da leitura e escrita nas escolas públicas brasileiras.

Desde 2005, a Olimpíada oferece formações on-line para educadores de todo o Brasil, por meio de um ambiente virtual de aprendizagem.  Nos ambientes com mediação, acontecem os cursos Caminhos da Escrita e Sequência didática: aprendendo por meio de resenhas. Somente em 2014, mais de 100 mil professores de língua portuguesa se inscreveram nos cursos oferecidos pela iniciativa.

Para o Cenpec, a formação continuada deve ocorrer na própria escolaEla é um centro de formação. É ali onde o ensino ocorre. Os educadores precisam trocar experiências, discutir as dificuldades dos alunos, criar situações de estudo, analisar resultados etc. Essas ações são inerentes à atuação da escola. O plano de formação dever estar associado ao Projeto Político Pedagógico da escola, essa articulação compete aos coordenadores pedagógicos. Um professor experiente, por exemplo, pode ser o tutor de outro iniciante. As boas práticas têm que ser compartilhadas com os demais. E isso precisa ocorrer dentro da escola.  A Olimpíada por meio de suas ações fomenta essa troca entre os educadores. 

Os materiais e as formações da Olimpíada oferecem, entre outras coisas, sequências didáticas, organizadas em oficinas e planejadas para estimular a vivência de uma metodologia de ensino de língua que trabalha com gêneros textuais.As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvem atividades de aprendizagem e de avaliação. Para Joaquim Dolz, professor da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Genebra (Suíça) e um dos maiores especialistas no ensino de línguas com base em gêneros textuais, “no caso da sequência sobre a leitura, é essencial a análise dos obstáculos para a compreensão dos alunos. É obrigação da escola ensinar a ler e escrever, habilidades indispensáveis ao cidadão. A produção de textos convoca sempre à leitura, de uma maneira ou de outra, porque quando você escreve, você lê, mas as finalidades são diferentes, o tipo de trabalho também”. 

CONTEXTO:

  • Nossos alunos leem e escrevem pouco, o resultado aparece nos indicadores educacionais:

Do total de 6,19 milhões de candidatos que participaram do Enem 2014, apenas 250 receberam a nota máxima na redação. Já o número de pessoas que zeraram na redação passou de meio milhão.

Na Prova Brasil de 2013, apenas 40,5% alunos de escolas públicas do 5º ano do Ensino Fundamental estão acima do nível considerado adequado em Língua Portuguesa, segundo o Todos Pela Educação. No 9º ano, esse percentual cai para 23,9% e no 3º ano do Ensino Médio para apenas 21,5%. 

  • Os professores brasileiros:

São cerca de 2 milhões docentes atuando na Educação Básica. Destes, um em cada quatro não possui formação de nível superior.

83% dos professores passaram alguma atividade de formação continuada, segundo resposta do questionário da Prova Brasil 2011.

Pesquisa Projeto de Vida, da Fundação Lemann, aponta que “existe uma grande desconexão entre os conhecimentos e as habilidades exigidos na vida adulta e o que é ensinado na escola”

professores

Por Jheniffer Sodré

 

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