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Líder do MST antecipou ao Folha suspeita de envenenamento de Arafat

Corpo do líder palestino foi exumado esta semana

000000000mst arafatNa série de reportagens sobre o MST e os 27 anos de ocupação da Fazenda Annoni comemorados no dia 29 de outubro, uma das reportagens foi com Mario Lill, um dos lideres da ocupação e da liderança nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra. Lill falou sobre o movimento e sobre sua visita á Palestina e numa das respostas falou sobre a morte de Yasser Arafat e disse acreditar que o líder palestino foi assassinado. A reportagem foi publicada no dia 25 de outubro.

Mário Lill, dirigente gaúcho dos Sem Terra viaja para a Palestina em abril de 2002 com um grupo de líderes camponeses liderados pela Via Campesina e entra no Quartel General de Yasser Arafat e serve de escudo humano no cerco dos israelenses ao líder palestino.

A foto de Mário Lill com a bandeira do MST foi vista em todo o mundo. Dez anos depois, ele concede entrevista exclusiva e fala sobre a experiência vivida na Palestina, sobre o MST e sobre a Fazenda Anonni cuja ocupação completa 27 anos na próxima segunda-feira, dia 29 de outubro.

Na reportagem o Folha da Produção perguntou se Mario Lill acreditava que a morte de Arafat tenha sido por envenenamento como havia suspeita na época. A resposta foi a seguinte.”Tenho plena convicção que sim. No período que estive na sede da Autoridade Palestina, testemunhei a prepotência dos soldados Israelenses, quando alguém trazia um medicamento para o Arafat. Testemunhei seu estado de saúde, que embora dependente de medicação especial, tinha uma saúde de ferro. Uma saúde para durar muitos anos. Arafat era um líder muito carismático. Tinha muita simpatia do seu povo e principalmente uma capacidade de aglutinar, de juntar forças e de dividir. Era muito ponderado nas suas ações, não era radical ou extremista, mas conciliador, sempre defendendo seu povo. A intransigência era nas questões de interesse do seu povo. Esta liderança atrapalhava os planos e interesses do império e seu representante. Por isso acredito que Israel e os Estados Unidos queriam ver Arafat morto. E por isso tinham razões para envenená-lo” disse Mario Lill.

A Exumação

O túmulo de Yasser Arafat foi aberto na terça-feira , dia 27 de novembro, por algumas horas para que fossem coletadas amostras de seus restos, entregues a especialistas internacionais que devem determinar se foi envenenado, o que, se for confirmado, fará com que os líderes palestinos se dirijam ao Tribunal Penal Internacional (TPI), declarou uma autoridade palestina.  A coleta de amostras serão analisadas para verificar se contêm polônio, uma substância radioativa altamente tóxica. Segundo a comissão de investigação palestina, os resultados levarão ao menos três meses para serem divulgados. . Os especialistas internacionais devem tentar determinar se o líder palestino foi envenenado com polônio, hipótese que voltou a ganhar espaço após a divulgação em julho de um documentário da rede de televisão do Qatar, Al-Jazeera, que revelou a presença de restos desta substância em objetos pessoais de Arafat. O líder palestino morreu aos 75 anos no dia 11 de novembro de 2004 em um hospital militar perto de Paris, para onde foi levado com a autorização de Israel, que há mais de dois anos o sitiava no interior da Muqata, sede do governo da Autoridade Palestina. Muitos palestinos acusam Israel de tê-lo envenenado, o que o Estado Hebreu sempre negou. José Leal - Folha da Produção.

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