Follow - Liv - G8 Pub
Grossi Combustiveis
Cresol Sarandi
Cesurg Sarandi
  • Cresol Sarandi
  • Cesurg Sarandi
  • Grossi Combustiveis
  • Follow - Liv - G8 Pub
  • Gostinho Della
  • Restaurante 4 Ases
  • Casarotto Imóveis
  • Clínica Estética Vitallitá
  • Signomar Comércio de Bebidas
  • Taura Auto Peças
  • ZF Colchões Bio Magistral
  • Barbearia 84
  • Cotrisal
  • Farmácia Nossa Senhora de Fátima
  • Teloken Engenharia LTDA
  • Spyder
  • Bortoluzzi Odontologia
  • Stamp Personalizados
  • VS Gráfica Expressa
  • Rômulo De Cezaro
  • Rembecker Estruturas Metálicas
  • Nina Comunicação Visual
  • Sicredi
  • X & Cia
  • Laboratório Sarandi
  • Drággon Artigos Esportivos
  • Milani Corretora de Seguros
  • Home
  • Cidades
  • Sarandi
  • Sarandi - Presidente eleito do HCS critíca interesses pessoais que prejudicaram o hospital

Siga nossa página

Sarandi - Presidente eleito do HCS critíca interesses pessoais que prejudicaram o hospital

Albrecht diz que  HCS e Consorcio perderam tempo com sua saída

Perguntado se considera-se insubstituível na direção do Consorcio Intermunicipal  de Saúde Luiz Valdemar Albrecht, novo presidente do Hospital Comunitário Sarandi, responde que não, ele também faz colocações com muitas críticas ao Ministério Público e adianta que o Consorcio  está devendo ao hospital.

cidade250712dAbaixo a entrevista realizada por José Leal do Jornal Folha da Produção 

 

FP-O que o levou a assumir a presidência do  Hospital Comunitário Sarandi?

Albrecht-“ Estava fora dos meus planos assumir a presidência do hospital, mas diante das circunstâncias  que o hospital estava passando e como o seu corpo social e conselho de administração, fiscal e deliberativo insistiu muito para que eu assumisse novamente a presidência, eu relutei, mas, diante do apelo e solicitação por que o hospital tinha no seu corpo diretivo uma grande preocupação por que se hoje trata-se de uma casa de saúde de expressão, se a sua gestão exige experiência  e conhecimento específico na  área, ali não ha lugar pra curioso. Por isso atendi o apelo, tenho o apoio direto de toda a direção, assumi com uma administração partilhada e colegiada  com  participação toda a direção.

FP-Trabalhos profissionais em outros estados  podem prejudicar seu trabalho no hospital?

Valdemar - Minha atuação profissional sempre foi cosmopolita, tenho clientes no Brasil inteiro, o RS é hoje minha menor carteira de clientes.  Assumi a direção do hospital com o compromissos da direção em colaborar, assumo mais com o compromisso de orientar e apontar caminhos e transmitir a eles minha experiência adquirida ao longo desses anos todos”

FP - Com a abertura do “Postâo” de saúde municipal, houve queda nos atendimentos no HCS?

Albreccht- “Quando idealizamos o Consórcio era pra realizar justamente pelo  Consórcio esse atendimentos com plantão 24 horas, essa foi uma tarefa que o Consórcio realizou ao longo de dez anos. Com a criação da UPA é lógico  que o município foi buscar o seu vocacionamento, não sei a que custo para os cofres municipais mas quem sabe é o prefeito, creio que não conseguirão manter esse serviço que estava sendo prestado pelo hospital pelo mesmo custo que conseguia fazer através do consórcio, o que houve na verdade foi uma redução na demanda do Consórcio, o hospital se mantém com a mesma demanda, com o mesmo numero de pacientes e clientes e o que  era mantido no hospital que era o plantão 24 horas os municípios não estão mais conseguindo sustentar, no mês de novembro por exemplo o Consorcio não conseguiu pagar suas contas e dezembro acredito que não vai conseguir também, isso é um problema interno do Consorcio, o hospital era meramente o local onde isso se realizado, sempre foi uma dificuldade nas pessoas leigas entender o que era hospital e Consórcio. O Consórcio tinha uma  função que era manter um plantão 24 horas e clínicas nas áreas de especialidades médicas com consultas agendadas, cada município fazia a sua atenção básica e as especialidades eram feitas no Consorcio que mantinha também um plantão 24 horas. O Consórcio esta inviabilizado, não tem mais recursos, não consegue pagar as contas, já esta devendo uma parte das faturas de novembro para o hospital e creio que não vai ter para pagar dezembro, hoje quem está financiando o atendimento que o Consórcio tem lá dentro é o hospital com seu caixa por que o medico não vem trabalhar se não tiver a segurança que vai receber. A abertura da UPA pelo município é uma iniciativa louvável mas deu um desfalque na ordem de 30 por cento nos atendimentos e isso reduz a demanda e consequentemente aumenta o custo por que na emergência  24 horas a remuneração dos profissionais não é por produção, é por hora”.

FP-  As afirmações  de que o Consórcio tinha serviços e que o Consórcio existia. Isso representa que o Consórcio não existe mais?

Albrecht - "A pessoa jurídica  continua existindo mas aquela operacionalidade não existe mais, com a judicialização  dos assuntos do Consorcio ele na verdade foi se esvaindo hoje está sem aquela dinâmica que  possuía anteriormente, no tempo em que eu era secretário executivo  o Consorcio foi superando as dificuldades  iniciais e chegou num estágio  que rinha recursos, tinha dinheiro  no banco e pagava suas contas, tanto que quando eu entreguei  o Consórcio devia ter entre 200 a trezentos mil reais depositado no banco. O Consórcio sempre tem que ter dinheiro por que o medico ou profissional que vem trabalhar  no Consorcio ou pelo município na UPA ele quer ter a segurança que vai receber no fim do mês ou no fim do período, que era o que nós  tínhamos lá no Consorcio”.

FP - Há alguma ligação entre a queda nos atendimentos e serviços no Consórcio com a sua saída por determinação judicial?

Albrecht - “O diferencial  são as pessoas, você não vai transformar  um bom  cavaleiro num bom piloto de avião.  É uma questão de gerenciamentos.  Ninguém  vai  gerenciar o andamento de um Consorcio dentro de um gabinete com medidas judiciais,  e a viabilidade onde fica, quem vai contratar médicos, fazer uma escala de serviço, um hospital com pronto atendimento funciona 365 dias por ano e 24 horas por dia. Isso é bonito de olhar de fora, se entrar  vai verificar quanto isso é complexo”

FP - Depois da sua saída do Consorcio, não foi encontrada uma pessoa competente para assumir o seu lugar?

Albrecht - “Abalou completamente a estrutura.  Do dia pra noite desapareceu quem cuidava de tudo, quem organizava toda a parte burocrática, tinha uma empresa encarregada  para cuidar de escala medica, são 720 horas por mês que tem que estar preenchidas por profissionais, isso não é num canetaço,  numa petição  distorcida inventando historia e construindo versões que depois lá na frente vão dar para traz . A sociedade está pagando tudo isso aí por que destruíram uma coisa construída  de forma muito inteligente  por que todos os consórcios  do Brasil gostariam de ter na  sua retaguarda um hospital , isso era invejado nas reuniões  da Associação dos Consorcios.  Coisas contruídas ao logo do tempo foram desmontadas”.

FP - Por que os trabalhos que eram realizados não tiveram continuidade por parte dos funcionários que permaneceram no Consorcio após essas questões judiciais?

Albrecht - “Por que  nãoi teve mais gerenciamento, não  tinha o aglutinador. Quem é que faz isso funcionar, que é o catalizador, o centralizador de tudo, o mentor, isso é como governar um município, se o prefeito  ou o governador sairem não vai funcionar tudo igual por que o mentor saiu, e aí cada um correu para uma direção”

FP - O senhor se  considera insubstituível no Consórcio?

Albrecht - “Não. Eu não sou insubstituível, agora, não dá  para trocar uma coisa do dia pra noite  e pensar que funciona igual, isso é aventura e o que houve foi o desmonte  por que o Consorcio era um estabelecimento enxuto, não tinha nenhum funcionário, tinha o secretário executivo,  uma empresa contratada   para cuidar da parte burocrática  e um contabilista, essa era a estrutura funcional , o Tribunal de Contas reclamava que o Consorcio tinha que ter seus funcionários, nós achávamos que não, que isso encarecia  por que as vezes os municípios são fracos ou os prefeitos não querem investir aquilo   que deveria investir ali. O objetivo principal sempre foi fazer o serviço  que os municípios nas suas unidades básica não podiam fazer, são as especialidades, essa era a grande filosofia do Consorcio.  Eu sei como se administra um hospital por que eu fui estudar pra saber isso, não sou um curioso , por isso que o hospital na minha mão  sempre cresceu , não que seja eu, mas qualquer pessoa pra fazer isso funcionar direito tem que conhecer, só querer não é suficiente”.

FP - O que motivou sua saída do Consórcio foi justamente pelo motivo que o senhor era secretário executivo e  alguns serviços eram prestados pelo seu escritório. Por que o Consorcio não contratou outros profissionais após a sua saída?

Albrecht - “Deve ter dado continuidade por que sem ter alguém cuidando   da parte burocrática  e juridica  o Consorcio nãofunciona. O problema do   Promotor Público de Sarandi é pessoal comigo por que não tem como fazer o Consorcio funcionar sem ter essas pessoas trabalhando. Quem contratou a empresa para fazer o serviço foi o Consorcio, não fui eu, isso não da pra confundir, ou seja,   seria o mesmo que dizer que a esposa do prefeito não pode trabalhar na prefeitura, isso é só na mente   ignorante que isso possa acontecer”

FP - Como está hoje a situação financeira do Hospital

Albrecht - “O hospital tambe está hoje com dificuldade finacieria, estamos correndo atrás das nossas perdas,  depois que assumi fui atrás daquilo que foi destruído, da cointra propaganda, da má reputação por questão puramente pessoal, as questões pessoais a gente yem que resolver em outros campos, não se pode confundir minha forma combativa de atuar como advogado dentro dos processos com minha  atuação como cidadão da comunidade, e aí foi confundido, a partir do momento que coloquei nos processos  coisas que não agradaram o Ministerio Público eles quizeram me atingir construindo uma historia  que não vai dar em nada por que a verdade não pode der mudada, como não puderam me atingir começaram a patrulhar minha atividade comunitária e acabou prejudicando essa atividade e a sociedade está pagando. O hospital está correndo atrás de suas perdas, estamos atrás do Hospital São Vicente pra reatar  nossa negociações pra montar em Sarandi  um ponto de produção de diagnostico por imagem, estamos trás da nossa perda de quatro milhões de reais para o orçamento de 2012, entrei com mandato de segurança na Justiça Federal contra o Ministro da Saúde para  que o hiosputal recebe esses recursos para a mini UTI , hemofiálise e reforma do ambulatprio.  Isso tuido foi prejudicado por que quando eu fui afastado compulsoriamente eu não fui mais atrás  dessas coisas, fiui cuidar da minha vida, só que enqnquanto isso a vida anda e o calendário passam, quando da minha volta ao hospital fui atrás novamente disso tudo”.

Créditos/José Leal

CLIQUE AQUI, curta a Fan Page do site e fique informado sobre as notícias da região.

O DiárioRS não se responsabiliza pelo uso indevido dos comentários para quaisquer que sejam os fins, feito por qualquer usuário, sendo de inteira responsabilidade desse, as eventuais lesões a direito próprio ou de terceiros, causadas ou não por este uso inadequado.

  • Vimesq
  • SCT Construtora e Incorporadora LTDA
  • Drago Restaurante e Pizzaria
  • Estação Fitness
  • Confecções Helenice
  • Revista Spelho
  • Eficaz