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Dia Internacional da Mulher - Graciela Baccin mantém tradição familiar na música

De uma família ligada à música, Graciela Thais Baccin leva adiante esse amor por essa arte. Além da atividade profissional, ela dedica boa parte de sua vida à música. Em entrevista, Graciela fala sobre festivais, música brasileira, Fercasa e cultura.

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Entrevista feita pelo jornal Folha da Produção.

Folha da Produção: De onde vem a influência para o teu gosto pela música?

Graciela Baccin: A minha influência pela música surgiu praticamente no berço, ou melhor, de berço. Minha família é ligada à música, tendo ela como meio de trabalho. Carrego a música como uma herança vinda do meu bisavô, José de Jesus (in memoriam), o qual é lembrado como uma pessoa que fez história em nosso município com suas belas interpretações realizadas na Igreja e também como regente de Banda Marcial. Desde muito pequena tive incentivo por parte da minha família, em especial da minha mãe, a qual este ano completou trinta anos de profissão como professora de violão.

Folha: Tens a música como um meio de vida?

Graciela: Hoje posso dizer que a música faz parte da minha realização pessoal e também profissional, pois dentre outras atividades que desenvolvo, também trabalho com os Corais Infantil, Juvenil e da Terceira Idade do nosso Município além do Coral da Escola de Ensino Médio Sarandi, e quando possível, nos finais de semana, participo de Festivais da Canção no RS, SC, PR, MS. A música é minha terapia, está comigo no meu dia a dia. Posso dizer que, para mim, é meu ar. Poder transmiti-la aos que convivem comigo é uma realização tão grande, pois é através dela que podemos exprimir nossos sentimentos.

Folha: Como é o reconhecimento do teu trabalho com a música por parte das pessoas de Sarandi?

Graciela: A mulher está ganhando espaço na sociedade em todo o tipo de profissão. Antigamente, na visão das pessoas, o meio artístico não era tido como forma de trabalho. Hoje em dia, as mulheres buscaram e conquistaram o seu espaço, isso se percebe até mesmo em nossa cidade. Após alguns projetos realizados, dentre eles o FERCASA, é muito gratificante ver seu esforço reconhecido. Em nosso município tem muitos talentos, faltam oportunidades. Vários projetos foram resgatados por intermédio da Secretaria da Cultura nos últimos anos e vários deles na área da música, isso de certa forma valoriza e muito meu trabalho, pois são desafios propostos em minha vida, os quais tem dado repercussão positiva no que envolve cultura e música.

Folha: Quais os maiores festivais que já participou e as maiores premiações?

graciela 01Graciela: Foram muitos os festivais que participei nesses anos de estrada pela música. Dou destaque ao Festival Nacional Pé Vermelho, na cidade de Palmas no Estado do Paraná, um evento de uma organização invejável com um altíssimo nível de candidatos, onde pude concorrer com participantes do programa do Raul Gil. Também dou destaque ao FLIC - Festival Lourenciano da Canção, que ocorre anualmente na cidade de São Lourenço do Oeste/SC, sendo consagrado como o Festival mais antigo do Brasil. Foi muito emocionante escutar meu nome sendo chamado como a primeira colocação na categoria de interpretação da música popular brasileira, é uma enorme sensação de dever cumprido e uma alegria inexplicável ver seu trabalho sendo reconhecido entre tantos cantores. Também destaco o festival da Canção de Ibiaçá/RS que ocorre de dois em dois anos, o qual sou campeã da última edição que ocorreu em 2011; esta foi uma surpresa tão grande, pois na mesma noite a classificação foi dupla, primeiro lugar categoria popular solo e primeiro lugar na categoria sertaneja, a qual interpretei juntamente com um amigo da cidade de São Luiz Gonzaga. São momentos de amizade, ansiedade, descontração, encontro com a alma, pois é essa a emoção que sinto a cada palavra interpretada nos palcos da vida.

Folha: Qual tua avaliação do FERCASA realizado no ano passado e se ele deve ser repetido?

Graciela: Sobre o FERCASA – Festival Regional da Canção de Sarandi, sempre que falo a respeito sinto uma emoção juntamente com uma satisfação, pois nossa cidade merecia um evento como esse que aconteceu em sua primeira edição em 2012. Sem dúvida alguma ele veio para ficar. A repercussão foi a melhor possível, os melhores comentários, posso dizer e garantir que foi avaliado pelos cantores regionais e interestaduais como o melhor festival de 2012, em questão de organização, seriedade e repeito com os intérpretes, os quais deixam seus afazeres diários para se deslocar até o nosso município. Foram duas noites de muita magia; quem compareceu no evento pode presenciar talentos locais, regionais e estaduais que exibiram belas vozes em um palco preparado com muito carinho para todos. Estamos estudando desde o início do mês de janeiro a possibilidade da realização do II FERCASA, pois além de ser um evento cultural de grande valia, além de envolver música, envolve comércio, rede hoteleira e turismo em nossa cidade, enaltecendo cada vez mais o nome de Sarandi.

Folha: Como você avalia o momento atual da música brasileira com tantos estilos musicais?

Graciela: É complicado falar em avaliação hoje em dia da música brasileira, até porque os gêneros musicais expandiram-se dando abertura para diferentes estilos e misturas desses, isso é o eclético, variação de gostos, não limito minha opinião, até mesmo porque para mim a música é o marco de um momento, de uma fase na vida das pessoas.

Folha: Qual tua avaliação da programação musical das rádios que você ouve?

Graciela: Quando tenho oportunidade, gosto de ouvir programas que tocam músicas do passado, principalmente ao que se refere uma bossa nova e MPB. São composições de qualidade, acho que esse meio deveria ser mais explorado, pois tem muita música renomada que ficou esquecida nos dias de hoje, e que marcaram tempos. Para mim, música tem que ter melodia, letra e fundamento. Mas respeito os artistas de modo geral, pois cada um busca seu espaço.

Folha: Tens preferência por estilo musical nas tuas participações em festivais?

Graciela: Em festivais da canção, já participei de categoria Italiana, que comporta músicas de interpretações na língua italiana, participei e ainda participo de vários festivais na categoria sertaneja. Mas declaro que minha paixão mesmo é a música popular brasileira, MPB; a MPB de Elis Regina, Oswaldo Montenegro, Jessé. Minha preferência é cantar músicas que tragam mensagens, que eu possa transmitir através da voz algo bom para quem compartilha da minha música. (José Leal/Folha da Produção)

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