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Sarandi - Prosa Filosófica do CESURG aborda sobre a arte, educação e humanização

jhhbfvCom o objetivo de proporcionar um debate sobre a arte enquanto elemento de transformação social, educacional e humanização aconteceu a prosa filosófica, com a Mestre em educação, Valéria Pinheiro, na Escola Ana Prestes, nesta quinta-feira (31). Me. Valéria possui um projeto com a ONG Arte Sem Fronteiras que engloba países da África em especial Moçambique. A palestra foi mediada pelos professores do CESURG, Me. Patrícia Signor e Me. Clenio Mazzonetto. 


A professora do CESURG,  e mediadora do evento, Me. Patrícia Signor explana, “O prosa filosófica foi pensada para trazer temas da atualidade que contemplam o universo da educação para que sejam debatidos entre os acadêmicos dos cursos de licenciatura. Sendo também, um evento aberto a educadores,  estudantes, a comunidade em geral que se interessem em problematizar questões sociais, históricas, educacionais, interculturais, socioemocionais. O formato é dinâmico, com professores mediadores e com palestrantes convidados que abordam temáticas da sua área de atuação.” 


Segundo o professor do CESURG, Me. Renan Anderson de Oliveira, este é um evento fundamental para a comunidade, mas não só para ela. “É importante para as acadêmicas da Pedagogia que estão discutindo a partir dessas temáticas mais atuais da educação, em especial sobre a arte.  Dentre as várias possibilidades da arte tem uma grande função, a de trazer à tona aquilo que não está correto dentro da sociedade, tendo uma função crítica e de esclarecimento.”


Realizando palestras em mais de 30 lugares só este ano, e apresentando suas vivências e experiências com o projeto voltado para a arte, educação e solidariedade, a Me. Valéria, salienta: “Precisamos criar possibilidades e formas de humanização, porque não podemos ficar nesse contexto fechado de indivíduos, de pensar que “se pra mim tá bom, tudo tá bom”. Estamos indo para um contexto que automaticamente vai se moldando em uma outra esfera onde nós precisamos uns dos outros cada vez mais”.


Relatórios da ONU, apontam que o Brasil  é o 9º país mais desigual do planeta e que as regiões mais pobres estão concentradas no Norte e no Nordeste. Para Me. Valéria é difícil imaginar que o homem que é capaz de criar tanta tecnologia, não consegue resolver os problemas sociais do país, e aponta “o problema é a má distribuição de renda. Pensar que existe esses contextos de tanta fome e tanta miséria, e falo sobre duas perspectivas, a da África com suas mazelas sociais, mas que aqui no Brasil também acontece, então é fazendo esse recorte e trazendo uma proposta de pensar nos nossos jovens que são o futuro, de como eles pretendem trabalhar essas questões de agora em diante.”


Questionada sobre como os acadêmicos podem entender a realidade local, através da experiência retratada pelo projeto na África, a palestrante discorre: “uma por ter a possibilidade de poder valorizar o que temos aqui. Quanto mais eu viajo, mais eu vejo quanta coisa boa e positiva temos na região, principalmente no sul. Vivemos outra realidade distinta à outras realidades do Brasil. Então, começar a valorização, a perceber o quanto e quantas possibilidades temos e não percebemos. Estamos tão inseridos nesse contexto, vivemos tanto esse mundo aqui nosso, que desconhecemos outras realidades. Em segundo, entender essa distinção de lugares e realmente compreender que não é preciso ir pra África ou ir lá no nordeste fazer um trabalho social. O que eu posso fazer pela minha comunidade pra melhorar? Devemos dar sentido às nossas vidas, às vezes estamos tanto no automático que não sabemos mais qual direção seguir.”

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Luana Fiorentin

Assessora de Comunicação CESURG

 
 
 
 
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