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Sarandi - O charme feminino na lida campeira

 

Enquanto a maioria dos jovens está em festas onde impera o som alto, a música internacional, carros incrementados ou rebaixados e muita agitação, ela prefere uma atividade de lazer e competição muito diferente: as provas campeiras, rodeios e tiro de laço.

Bruna Baptista, hoje com 19 anos, iniciou aos sete anos a competir nesse tipo de evento tradicionalista incentivado pelo pai Abel Baptista e pela mãe, Jussara, que às vezes também os acompanha. De acordo com a jovem, “a preferência surgiu com o gosto pela lida campeira quando meu pai chegava em casa com cavalo e começou a me levar nas festas campeiras, na  antiga pista do Cesar da Dakota, e assim comecei a me interessar pelo laço, pela lida campeira e andar a cavalo”.

Bruna, que é uma das primeiras meninas de Sarandi a ingressar nesse tipo de atividade, diz que tem mais uma outra colega e, “se Deus quiser vamos ser parceiras e participar de muitos tiros de laço”.

Sua participação mais recente foi em Coqueiros do Sul onde recebeu premiação em dinheiro e troféu. Bruna destaca também a participação em outras provas, como na cidade catarinense da Xaxim, no Duelo Feminino, onde não conseguiu premiação, mas gostou por ter sido uma competição diferente onde só gurias competiam.

Ela destaca como a competição de melhor lembrança a sua participação no primeiro rodeio, então com sete anos de idade, em Sarandi, na antiga “pista da Dakota”, onde já conquistou premiação. Outras cidades onde competiu foram, Palmeira das Missões, Coqueiros do Sul, Panambi, Santa Bárbara e Passo Fundo, cidades onde conquistou premiação.

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“Aconselho a todas as gurias a ingressarem, porque pra mim o laço é uma arte; se cada guria parar pra pensar, é uma coisa de muito tradicionalismo e respeito e os pais deveriam incentivar mais as crianças, as meninas e também os meninos, a participarem desses eventos”, enfatizou ela, aproveitando para convidar os jovens, principalmente as meninas, a visitarem e conhecer a sede do grupo tradicionalista gaúcho Cultura Campeira, na Vila Cidreira, onde treinam todas as quartas-feiras no final da tarde.

Perguntada sobre a pequena participação feminina nas atividades campeiras e provas de laço, Bruna diz acreditar que muitos ainda pensam ser uma atividade masculina por ser uma “coisa mais rústica, e por isso os pais acham que elas podem se machucar, mas isso, até agora não ocorreu”.

Sobre a possibilidade de deixar essas provas com o passar do tempo Bruna respondeu: “eu não vou parar de fazer isso, porque eu gosto, é uma terapia, eu gosto muito de lidar com os animais, em alguns rodeios que eu vou tem mulheres com trinta ou quarenta anos na lida e isso pra mim é um incentivo para continuar e para quem ainda não entrou, para participar” finaliza.

'Homem de verdade gosta que mulher participe', diz laçadora

Mais de 50 mulheres se inscreveram na categoria Laço de Prenda das provas campeiras do Acampamento Farroupilha 2013 no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, emPorto Alegre. O interesse pela prova feminina aumentou tanto que no ano que vem o Laço de Prenda deve ter mais um dia de disputa. "É um ótimo número, mas ainda é preciso crescermos mais. Existem rodeios pelo país que reúnem mais de 100 mulheres", afirma uma das competidoras, a veterinária Caroline Pacheco, de 26 anos.

Caroline não considera o preconceito um obstáculo para as mulheres que se interessam pela modalidade. "Existem casos, mas são raros. Em geral, onde existe uma mulher, o homem de verdade gosta que ela participe e dispute de igual para igual", diz a competidora. (José Leal).

DiárioRS

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