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O Rio Grande se abre para o mundo

 

 leite         Em um mundo com diversas ameaças na parte econômica e política e com investidores sedentos por novas oportunidades e com um mínimo de segurança para investir, o Brasil tenta se "candidatar" para ser um dos escolhidos para receber recursos dos agentes econômicos. Apesar de recentemente o Brasil ter deixado a lista dos 25 melhores países para se investir a aposta para reverter esse quadro está na adoção de reformas, mais precisamente a Reforma da Previdência.

            Considerando que temos aqui e no exterior pessoas interessadas em encontrar ambientes propícios para bons investimentos, o Rio Grande do Sul vai em busca de uma parcela desses recursos para gerar emprego, renda e desenvolvimento para o Estado. O governo estadual vem trabalhando muito forte e em várias frentes para demonstrar aos agentes econômicos que o Estado tem condições de receber novos investimentos.

            Abaixo estarei pontuando alguns fatores importante para esse caminho. Mas antes disso é importante destacar as ações que vem sendo desenvolvidas para atrair investimentos. A participação em eventos por parte do Governador tem sido frequentes pelo país. Em cada evento ele leva a mensagem de que o Rio Grande do Sul vem fazendo a sua parte para ajustar as contas e criar condições de competitividade, visando atrair investimentos. Nessa semana, inclusive, ele está participando de diversas reuniões em Nova Iorque com diversos Bancos e investidores. Na oportunidade ele está apresentando  o Rio Grande do Sul, as nossas potencialidades e oportunidades, ou seja, promovendo nosso Estado lá fora no intuito de atrair investimentos pra cá. Evidentemente que não é só de palavras que iremos atrair investidores. Nesse sentido, trago algumas medidas que vem sendo tomadas pelo Governo do Estado no intuito de gerar um novo ambiente, tanto para a população quanto para investidores. Vamos a eles:

  1. Redução da participação do Estado: já era de conhecimento de todos antes mesmo do resultado das eleições de que dentre as propostas de Eduardo Leite estava a realização de concessões e privatizações. Um empecilho para privatizar era a necessidade de realização de um plebiscito para ouvir a comunidade gaúcha sobre privatizar ou não as estatais que faziam parte do pacote, como Sulgás, CEEE e CRM. Para resolver isso foi votada a PEC que colocou fim ao plebiscito e foi aprovada por ampla maioria. Assim é possível executar as privatizações. Na minha opinião reduzir o tamanho do Estado é extremamente importante.
  2. Ajustes nas contas: as primeiras medidas de 2019 foram no sentido de economizar. Só em despesas de custeio estima-se que se economize R$ 530 milhões do que estava previsto no orçamento de 2019. Ajuste fiscal está no livrinho de cabeceira. Revisão no plano de carreira de servidores (para a tristeza dos servidores estaduais) associada a uma possível reforma da Previdência tendem a desafogar um pouco as contas do Estado. Vale ressaltar que a meta do atual governo com os servidores continua. Na campanha a promessa era colocar os salários em dia no primeiro ano de governo. E o objetivo continua de pé, segundo o governador. Afinal, o primeiro ano termina em dezembro.
  3. União do Executivo e Legislativo: uma das características fundamentais nas relações humanas é a capacidade de diálogo entre as pessoas. Mas um bom diálogo só se faz quando temos pessoas que se oportunizam em encontrar, mesmo em divergência, algo que possa ser útil na construção da ideia maior. O governador do Rio Grande do Sul sempre deixou claro a necessidade de escutar a todos, os que divergem e os que convergem com suas ideias. Nesse sentido, com muito diálogo com todas as bancadas e pensando no objetivo maior - o ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL - é que foi possível sensibilizar 40 votos na Assembleia para que o Estado tivesse o caminho livre para realizar as privatizações necessárias. Outros projetos também estão sendo apreciados no inuito de manter esse "consenso estratégico".
  4. Concessões de rodovias: ainda em janeiro foi realizada a concessão de 4 rodovias federais no Estado: BR 101, BR 386, BR 290 e BR 448 através de Parceria Pública Privada. Essas concessões que movimentam valores bilionários em investimentos, além de melhorias na infraestrutura viária, ajuda a criar um ambiente de competitividade, pois proporciona uma nova realidade das nossas rodovias, algo fundamental para atrair empresas para o Estado. Tudo isso leva a geração de emprego e, consequentemente a distribuição de renda para os gaúchos e claro, arrecadação para ajudar nas finanças do Estado.
  5. RS Parcerias: visa unir o interesse privado com o interesse coletivo, com melhoramento nas principais formas de locomoção, seja em rodovias, em hidrovias e aeroportos e ainda em parques, escolas e casas prisionais. Aqui estão as concessões de estradas estaduais, como a RS 324. São os investimentos privados em áreas como infraestrutura que farão com que o governo tenha mais recursos para se preocupar mais com os serviços que são essenciais para a população como saúde, segurança e educação. Além do RS Parcerias o governo conseguiu boas notícias do governo federal para obras na BR 116 que liga as regiões metropolitana e norte ao sul, até o porto. As melhorias reduzem os custos logísticos e assim competimos melhor.
  6. RS Seguro: visa a obtenção de maior segurança para a população do RS através de um programa com três premissas básicas: integração, inteligência e investimento qualificado. Algumas operações já foram realizadas com bons resultados. Muitos indicadores tiveram queda, como o número de homicídios. Quando uma sociedade está amedrontada pela insegurança ela pensa centenas de vezes antes de abrir seu negócio, até mesmo aqueles negócios de bairro, pois poderá sofrer roubos, assaltos e até mesmo danos imensuráveis a saúde e a vida. Em abril foi feito o chamamento de 250 novos agentes penitenciários. Vale ressaltar que centenas de viaturas e coletes balísticos foram entregues através da parcerias com as bancadas do RS em Brasília que irão ajudar muito no trabalho da polícia.
  7. Mais bem avaliado 100 dias de governo: o governo de Eduardo Leite foi o melhor avaliado pelo O Globo quando se analisou os 100 primeiros dias de governo, tendo boas iniciativas na área econômica, na segurança, na educação e na infraestrutura. Isso eleva a "moral" ao buscar investidores para o Estado, visto que demonstra que o governo tem ações para melhorar as condições oferecidas pelo Estado.
  8. 60% de aprovação dos gaúchos: um governo que demonstra credibilidade junto ao seu povo é fundamental para atrair investimentos. Eduardo Leite obteve aprovação de 60% dos gaúchos em pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas. Tal índice é fruto de tudo o que já relatei nos itens acima e muitos outros projetos que são de outros temas mas que trazem uma nova esperança de novas façanhas para o Estado do Rio Grande do Sul.
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