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Sarandi - Confira "Sarandi em Fatos" de 25 de outubro

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Trânsito

A partir da próxima semana a Brigada Militar de Sarandi passará a ter o poder de multar e punir maus condutores em infrações que até gora estava impedida de punir, como exemplo os estacionamentos de veículos em locais  proibidos. Foi criada a Jari e criado o  Departamento de Trânsito no município. Em explicações bem simples, trata-se da criação de órgãos que na maioria dos municípios já existe e que agora vigorarão também em Sarandi.

Trânsito II

Um exemplo simples do que muda com a nova tarefa da Brigada Militar é com relação aos estacionamentos. Até  esta semana, veículos estacionados em locais proibidos, como faixa de segurança, não podem ser multados, pois nesses casos o condutor tem o direito de recorrer e como não havia em Sarandi a Jari, Junta Administrativa de Recursos de Infrações, as multas não podiam ser aplicadas. A partir da semana que vem essas multas passam a ser aplicadas. O que é arrecadado com a aplicação das multas vai para os órgão de trânsito do Governo Federal e uma parte  retorna para o município.

Trânsito III

Uma explicação deve haver  antecipando-se aos críticos de plantão. Eles devem existir e até as vezes tem alguma utilidade. Não trata-se de implantação  de uma nova tarefa para a Brigada Militar para multar e com isso o município arrecadar. A  instalação da Jari é uma determinação  legal e os valores arrecadados com as multas retorna para os municípios em percentuais pouco expressivos.

Agilidade

Primeiras semana após eleitos vereador e vice prefeito, respectivamente, Glauber Kunzler e Volmir Grando já tomaram a primeira iniciativa em busca de recursos para Sarandi. Na semana passada encontraram-se com o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, PT, quando entregaram pedido de mais de seis milhões de reais para obras no Loteamento Parque Ipiranga e Praça da Cidadania.

Eleito I

Dos vereadores eleitos no dia  sete de outubro um dos que tem tido a agenda repleta de compromissos é o vereador petista Glauber Kunzler. Alem de sua atividade no setor habitacional do Sintraf, o vereador eleito tem tido compromissos diários atendendo a convites para eventos

Eleito II

Austeridade, essa é a palavra mais ouvida quando se fala da expectativa em relação á administração de Paulo e Grando a partir de janeiro. Será necessária muita rigidez e controle pois foram muitas as siglas que estiveram juntas na vitória dos dois.

Decisão

A Justiça Eleitoral de Sarandi julgou improcedente ação movida pelo PDT e seus aliados contra a candidatura de Paulo Kasper. A ação foi movida tendo como justificativa  a denuncia de  possíveis irregularidades nas secretarias municipais de Promoção Social e Habitação. Da decisão da justiça local cabe recurso ao TER.  O PP não comemorou a decisão da juíza local, prefere aguardar o desfecho do recurso do PDT.

Julgamentos

O TRE-RS julgou, na segunda-feira (15), seis processos relativos às eleições deste ano. Em quatro feitos, os magistrados alteraram decisões tomadas pelos juízos de primeiro grau. 
Dois dos casos envolveram doações de recursos para campanhas eleitorais acima do limite legal. Em Santa Maria, atendendo a recurso do Ministério Público Eleitoral, o TRE-RS determinou que Albino Pozzobon deverá pagar multa de R$ 8.926,40, equivalente a cinco vezes o valor doado em excesso. O montante é o patamar mínimo estabelecido em lei. Em recurso oriundo de Porto Alegre, por sua vez, os magistrados decidiram manter a multa estabelecida pelo juízo de primeiro grau, de R$ 74.648,80 a Marion Francisco Velnecke, anulando, no entanto, a decretação de sua inelegibilidade por oito anos.  
Em Alvorada, dois recursos foram parcialmente providos pela Corte do TRE-RS. Os dois feitos envolviam a aplicação de multa por utilização indevida de carro de som durante a campanha eleitoral. Os fatos foram considerados irregulares pelos magistrados, mas as multas impostas a Nadir Terezinha da Rosa e à Coligação Avança Alvorada (PRB / PTB) e a Julio Inchauste e à Coligação Força Popular e Democrática (PMDB / PR / DEM / PcdoB) foram anuladas.  
ASCOM/TRE-RS

Efeito

Os efeitos dos resultados da eleição municipal desse ano ainda serão sentidos por muitos meses. Alem dos efeitos eleitorais e políticos, a queda de mitos, o fim de carreiras políticas, as perdas resultantes de apostas no resultado do pleito, as vitorias e eleições para a Câmara de Vereadores de alguns candidatos que nem mesmo eles acreditavam mas que chegariam lá com grandes esquemas políticos e financeiros , a eleição deixará marcas em vários setores.  Represálias políticas deixarão alguns empresários em situação delicada nos próximos meses. São fortes os comentários de boicotes á adversários políticos.

Diárias

Em discursos no encontro de mulheres trabalhadoras rurais no dia 23 na Linha Mendes Baixo o vice prefeito eleito adiantou algumas medidas já tomadas por ele e o futuro prefeito Paulo Kasper. Iniciando, Grando disse que continuará sendo humilde como sempre foi, mas adianta que não tem “o rabo preso com ninguém” e que só receberão algum beneficio publico quem trabalhar. Conforme suas palavras, “ tem que parar de achar que tem que ganhar tudo do poder público”. Outro anuncio feito pelo vice prefeito eleito é o fim das diárias. Quem viajar por interesse do município terá somente as despesas pagas antecipadamente, quem gastar mais pagará dos seus bolsos disse Grando.

 Alagamentos

Essa assunto já foi tema dessa coluna por várias vezes foi uma das perguntas feitas aos então candidatos a prefeito. È um problema atual e um dos maiores problemas futuros. É uma certeza que daqui a alguns anos o centro da cidade será uma região a ser evitada para empreendimentos. A galeria já não comporta mais o volume de água em dias de chuvas de media precipitação, as boca de lobo já estão “ refugando” água e em breve virão para fora também os esgotos. Sarandi não é o mesmo de 50 anos atrás quando foi construída a galeria que corta a cidade.

Alagamentos II

Quanto ás vilas e bairros, alguém pode estar procurando culpados, mas, em alguns locais foram comprados terrenos em locais ás margens de sangas e riachos ou sobre galerias e em outros locais muitas famílias já foram retiradas desses locais por mais de uma vez e retornaram enquanto que na Vila Esperança o município foi obrigado judicialmente a retorar dezenas de famílias e recolocá-las em outras áreas, mas, como conseguir isso se as próprias famílias se recusam a deixar aquele local.

Por José Leal

DiárioRS

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