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Sarandi - Leia Sarandi em Fatos de 14 de Fevereiro

Dívida

Cerca de 200 mil reais, esse é o valor de recursos atrasados que a Secretaria de saúde de Sarandi está esperando desde julho de 2014 para pagamento dos profissionais do Samu, Serviço Móvel de Urgência. A informação é do secretário Marcello Duccini.

Passeio I

Pedestres que utilizam com freqüência o acesso ao Hospital Comunitário pela Avenida Duque de Caxias reclamam da falta do passeio nas proximidades do hospital. O perigo maior está na necessidade de transitar pela pista dividindo espaço com os automóveis. Legislação permite que a prefeitura construa ou recupere passeios públicos e inclua os custos  em dívida ativa dos proprietários.

Passeio II

Outro acesso ao Hospital Comunitário, pela Rua Julio Mailhos, também não possui passeio público em boa parte nas proximidades do hospital.  E para dificultar, o calçamento é muito ruim para os pedestres.

Lixo

Local abandonado onde havia um campo de futebol municipal na Linha Jacutinga poderá ser transformado em depósito de lixo orgânico e vegetal. Informação revelada esta semana diz que esse tipo de lixo poderá ser depositado no local e transformado de adubo orgânico. Justificativa: a dificuldade de dar destino para o lixo urbano conforme o rigor da legislação ambiental.

Trânsito I

Secretário de Obras João Carlos da Silva Alves revela que em curto prazo de tempo serão iniciadas as reformas no trânsito na região central de Sarandi.  Segundo já revelado em diversas reportagens na imprensa local, as reformulações iniciarão de “ dentro para fora”, ou seja,  uma espécie de  retângulo  incluindo as avenidas 7 de Setembro e Expedicionário e uma rua paralela a cada uma delas. As primeiras medidas deverão ser as mudanças nos estacionamentos e retirada dos taxis das avenidas.

Trânsito II

O anúncio feito no ano passado sobre as mudanças no trânsito foram muito bem recebidas pela população. Mas, o atraso na implantação e a necessidade dessas mudanças gera reclamações. Uma mudança que será realizada e que será de enorme utilidade será o fim das conversões nas avenidas, ou seja, para entrar nas avenidas Sete de Setembro e Expedicionário não será mais permitido atravessar uma pits para entrar na outra. Haverá pontos de retorno para essas conversões.

Santa Gema

Representantes da recém criada Associação de Moradores da Vila Santa Gema reclamam. Querem a construção do campo de futebol prometido quando da troca do antigo campo por área na vila. Na época da troca houve a promessa de construção do campo de futebol. A troca da área deu-se para evitar que os moradores tivessemque  atravessar a BR 386 para chegar ao campo de futebol .

Jornalismo

Em tempos em que quase “todo mundo” é jornalista.

Importante artigo deNorma Couripublicado no Observatório da Imprensa em 10/02/2015  deve ser lido por muitos.

‘Todo mundo’ não é jornalista.

Em 1897, oNew York Sunlançou o editorial que virou um clássico – “Não, Virginia, Papai Noel não existe” – em resposta à menina de oito anos que escreveu uma carta ao jornal duvidando da existência do velhinho. Hoje meninas de oito anos publicam blogs, criam sites, e têm a certeza de que são jornalistas. Se gravam uma resposta na rua, transcrevem, titulam e, ao contrário da dúvida de Virginia, acreditam que são jornalistas. Elas e o resto. Basta entrar na internet, aprender algumas regras, engolir manuais de jornalismo e administração, munir-se de uma empáfia incomum e sair publicando, contaminando corações e mentes. No extremo, chega-se a Louis Bloom (JakeGyllenhaal) no filmeO Abutre.

Em O Abutre(Nightcrawler, 2014), do americano Dan Gilroy, o ex-ladrão de ferragens se deu bem com a editora louraça de TV de Los Angeles, Nina ( Rene Russo), onde pretendia trabalhar. Era um sociopata, mas cumpria as exigências do jornalismo da rede: trazer imagens chocantes e sensacionalistas de acidentes.

No mundo do cada um por si da internet, Louis Bloom descobre que cinegrafistasfreelancersse ligam na frequência de rádios da polícia e correm para filmar o sangue fresquinho no local do acidente. Simples arrumar uma filmadora furreca e correr atrás. Com métodos escusos para passar à frente da concorrência, suas imagens chegam primeiro, vendem, o público aumenta, e agora é alimentar a sede de horrores da emissora e, supostamente, do público. Louis Bloom ganha cada vez mais para dar umupgradeno equipamento profissional, colher mais sangue e descobrir que a ética só atrapalha. Provoca um acidente do colega que está no seu caminho, arma uma emboscada para o subordinado que quer ganhar mais, filma o acidente do primeiro e a morte do segundo, começa a interferir na cena dos crimes para torná-los mais... jornalísticos. Torna-se um “empreendedor” sem ética porque assimilou na internet um manual de autoajuda ao empresário – comum nos dias atuais. E ao mesmo tempo patrão e empregado, como se exige do jornalista hoje em dia, sem limites para vencer desde que publiquem seu material.

Leia mais em

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed837_todo_mundo_nao_e_jornalista

00sarandi em fatos

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