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Grottean descreve Antonieta

 

Antonieta pinta uma intensidade estelar, com tal luz que se fosse possível faria o Sol ser destronado do seu trono de Astro-Rei. Parece uma felina com palavras languescidas, a espreita de ferir com amor, e fazer a caça, no desejar de suas presas fatais. Em que nem Dom Quixote se faria por cego, por ver.

Seu olhar mesmo impresso em fotografia expressa o dilatar de sua respiração ardente em distância-carnal, mas tão próxima de flashes dinâmicos, onde jaz sua doçura diabólica e uma ternura jovial. Assim narra Grottean, complementando sobre ela ter uma tremenda delicadeza violenta, e o causar uma aflição apaixonante.  O faz um assombro, perder o paraíso de delícias proibidas. Seu mundo cai por terra... Por considerar Antonieta tocante. Grottean adorou a conhecer.

Grottean a descreve na personalidade de passagem deste mundo, através de seu ar de taurino, faminto com uma fome pela vida que não são meros apetites. Por isso a contempla, por compreender-se dentro dela. Em que vivem a viver a buscar novas ilusões para acreditar. Entre urgências ao natural de suas intensidades.

Antonieta o assusta em contemplamento com sua metralhadora de flores verborrágicas que usas e em textos com verve. Sentindo-a de uma forma absolutamente quente, viva e intensa. Por ela não fazer rodeios em se revelar. Grottean gosta dessa mostra de originalidade.

Ainda mais por ele andar com o coração calejado, evitando escrever para não ofender o ofício à atividade criativa poética de outros poetas. Em sua vontade de minar tudo... Explodir para implodir, para impor o seu império. Compreende que o mel de Antonieta ferve e amigavelmente veio para evitar em descrer na inspiração da vida.

Sentem serem feitos de pequenas eternidades, no absoluto do agora, assim eles pensam. Por isso sincronizaram-se entre o envolver da poética latente ao espaço dos desbravados. Grottean diz que Antonieta sabe singrar a beleza, no mar da poesia... Poetizar de mão cheia. Por refletir e proliferar isso dentro dele.

Grottean gosta de ser eloquente, quando fala com mulheres de estirpe, como uma huri como Antonieta. Ele gosta de tocar a fundo, sem invadir. Enquanto ela dócil-acidamente gosta do encontro entre eles sobre o olhar além da tela do computador, em que psicografam refrãos do tempo-alma, na busca para qual Antonieta soa vida, a transmutação, em seu Ser de pisciana-mutável.

Os dois psicografam pelas teclas do computado que o impossível só existe para quem deixa de tocar. E a poesia continua a soar, as partículas da inspiração que formou a matéria desse texto-poesia agora dentro de você, também.

maysa copiar

Samantha Schepanski,

Com participação especial de Diego Libio Goetten.

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