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População ao relento e dificuldade de comunicação marcam segunda noite após terremoto no Nepal

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Campo de futebol é usado pelas pessoas para um acampamento para dormirFoto: Diptendu Dutta / AFP

A segunda noite após o terremoto do Nepal é marcada por falta de água, luz, dificuldade de comunicação e com a população dormindo ao relento, com medo de novos tremores. O terremoto de magnitude 7,8 atingiu o Nepal no sábado, deixando pelo menos 3,7 mil mortos

Enquanto as equipes de salvamento buscavam sobreviventes entre os escombros, muitas com a ajuda de suas próprias mãos, os hospitais estavam lotados, fazendo com que feridos e doentes sejam atendidos na rua. 

Muitos médicos atendiam os feridos, a maioria com fraturas múltiplas e traumatismos, em tendas de campanha anexas devido à grande quantidade de feridos, mas também porque muitas pessoas tinham medo de entrar no edifício, explicou Samir Acharya, médico do Hospital neurológico Annapurna. 

A Cruz Vermelha mostrou sua preocupação pelo moradores das zonas rurais isoladas perto do epicentro do terremoto. 

— As estradas estão danificadas ou bloqueadas pelo barro. As comunicações não funcionam, o que nos impede de conectar os escritórios locais da Cruz Vermelha e obter informações verídicas — explicou. 

— Vimos cenas terríveis de destruição, hospitais que foram evacuados e pacientes atendidos no chão, casas e edifícios demolidos e ruas com rachaduras abertas — narrou Eleanor Trinchera, coordenadora da Cáritas na Austrália.


Foto: Prakash Singh, AFP Photo

O aeroporto de Katmandu reabriu neste domingo. Poucas pessoas conseguiram embarcar para voos para fora do Nepal. A produtora da CNN Ingrid Formanek conta que Katmandu parece uma cidade onde os edifícios foram abandonados. Ela conta ainda que as pessoas circulam em praças e em cruzamentos para evitar os escombros dos prédios.

Neste domingo, equipes de socorro dos Estados Unidos partiram em um avião de transporte militar para dar assistência no Nepal. Há informações de envio de ajuda da Índia, da China e do Paquistão. 

Espera-se que o avião C-17 Globemaster, que partiu da Base da Força Aérea de Dover, em Delaware, chegue ao Nepal na segunda-feira, disseram fontes militares. 

— O avião transporta quase 70 pessoas, incluindo a Equipe de Assistência e Resposta a Desastres da USAID (agência americana para desenvolvimento internacional), a equipe de busca e resgate urbano do condado de Fairfax, e vários jornalistas, assim como 45 toneladas de carregamento — disse o porta-voz do Pentágono, coronel Steven Warren.

Uma porta-voz da USAID disse que a carga consiste basicamente em equipamento para ajudar os grupos de resgate. Seis cachorros especialmente treinados para tarefas de resgate também estão sendo levados no avião.

Estima-se que o custo da missão militar de ajuda ultrapasse os US$ 700 mil dólares, disseram funcionários. Um avião de transporte C-130 e 26 efetivos americanos já estão no Nepal, onde chegaram para integrar os exercícios de treinamento agendados antes do terremoto.

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Um terremoto de magnitude 7,8 atingiu o Nepal por volta do meio-dia de sábado no horário local (pouco depois das 3h no horário de Brasília) e provocou mais de 3,7 mil mortes, segundo relatórios preliminares das autoridades divulgados no começo da madrugada de segunda-feira.O número é parcial, já que equipes de resgate continuavam trabalhando entre os destroços deixados pelo pior tremor registrado em oito décadas no país.

O abalo foi sentido no Himalaia, onde provocou avalanches que mataram montanhistas, e em países próximos como Índia e China — onde também provocou mortes. Casas e construções históricas foram destruídas pela violência do terremoto. A torre de Dharara, construída em 1832 na capital nepalesa, Katmandu, não resistiu e desabou.

Zero Hora

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