Cresol Sarandi
Chini Centro Auditivo
Cesurg Sarandi
Grossi Combustiveis
  • Cresol Sarandi
  • Cesurg Sarandi
  • Grossi Combustiveis
  • Chini Centro Auditivo
  • Taura Auto Peças
  • X & Cia
  • Cotrisal
  • Dec´s
  • Drággon Artigos Esportivos
  • PróVida
  • Laboratório Sarandi
  • Teloken Engenharia LTDA
  • Signomar Comércio de Bebidas
  • Farmácia Nossa Senhora de Fátima
  • Fornari Advogados Associados
  • Clínica Estética Vitallitá
  • Master Informática
  • Rembecker Estruturas Metálicas
  • Gostinho Della
  • Casarotto Imóveis
  • VS Gráfica Expressa
  • Barbearia 84
  • Milani Corretora de Seguros
  • Home
  • Notícias
  • Vacina de Oxford para Covid-19 é segura e induz resposta imune, indicam resultados preliminares

Vacina de Oxford para Covid-19 é segura e induz resposta imune, indicam resultados preliminares

 

Efeito deve ser reforçado após uma segunda dose da vacina, segundo os cientistas. Terceira fase dos testes está ocorrendo no Brasil.

Cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, anunciaram nesta segunda-feira (20) que, de acordo com resultados preliminares, a vacina da universidade para a Covid-19 é segura e induziu resposta imune. Os resultados se referem às duas primeiras fases de testes da imunização. A terceira fase está ocorrendo no Brasil, entre outros países.

O efeito deve ser reforçado após uma segunda dose da vacina, segundo os cientistas.

Entenda a novidade anunciada:

a vacina de Oxford é a mais adiantada, das que estão em pesquisa. Ela está sendo testada também no Brasil
testes iniciais agora apontam que ela é segura e induz o corpo a reagir contra a Covid-19
a fase 3, final, ainda está em andamento e ela é que irá determinar se há eficácia num grande número de pessoas
As fases 1 e 2 dos testes, que foram conduzidas simultaneamente no Reino Unido, tiveram 1.077 voluntários. Os ensaios mostraram que a vacina foi capaz de induzir a resposta imune tanto por anticorpos como por células T até 56 dias depois da administração da dose.

"Exatamente o tipo de resposta imune que esperávamos", declarou Andrew Pollard, professor de pediatria na Universidade de Oxford.

A resposta imune foi medida em laboratório. São necessários mais testes para confirmar se a vacina protege efetivamente contra infecções, disseram os cientistas.

Na fase 3 do estudo, ficará determinado se a vacina de fato protege a população, explicou Pollard.

Foi vista uma resposta por células T (células do sistema imune capazes de identificar e destruir outras células infectadas) 14 dias após a dose. Já os anticorpos, capazes de destruir o próprio vírus, foram identificados 28 dias após a administração da vacina.

Pesquisa adiantada
A vacina de Oxford poderá ter o registro liberado em junho de 2021, de acordo com Soraia Smaili, reitora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Ao todo, 50 mil pessoas participam dos testes em todo o mundo, 10% delas no Brasil: 2 mil em São Paulo, 2 mil na Bahia e outras 1 mil no Rio de Janeiro. O Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) da Unifesp coordena a aplicação da vacina em São Paulo, que começou em junho com voluntários da área da saúde.

"Com a quantidade de pessoas que estão recebendo a vacina no mundo, é possível que tenhamos resultados promissores no início do ano que vem e o registro em junho", afirma Soraia Smaili, reitora da Unifesp.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou a vacina de Oxford como a mais adiantada no mundo e, também, a mais avançada em termos de desenvolvimento. Um dos centros que testa essa vacina é coordenado por uma brasileira, a cientista Daniela Ferreira, doutora pelo Instituto Butantan.

Mais de 160 vacinas contra Covid em testes
De acordo com a OMS, há 163 vacinas sendo testadas contra o coronavírus, sendo que 23 delas estão na fase clínica, que é o teste em humanos. Os números são do balanço da organização com dados até 14 de julho.

As etapas de produção de uma vacina envolvem 3 fases:

Fase 1: avaliação preliminar com poucos voluntários adultos monitorados de perto;

Fase 2: testes em centenas de participantes que indicam informações sobre doses e horários que serão usados na fase 3. Pacientes são escolhidos de forma randomizada (aleatória) e são bem controlados;

Fase 3: ensaio em larga escala (com milhares de indivíduos) que precisa fornecer uma avaliação definitiva da eficácia/segurança e prever eventos adversos; só então há um registro sanitário

Embora os estudos avancem em todo o planeta, o prazo de 12 a 18 meses para liberação é considerado um recorde. A vacina mais rápida já criada, a da caxumba, levou pelo menos quatro anos para ficar pronta.

Outra hipótese contra a qual todos os pesquisadores lutam é a de que uma vacina efetiva e segura nunca seja encontrada. O vírus do HIV, que causa a Aids, é conhecido há cerca de 30 anos, mas suas constantes mutações nunca permitiram uma vacina.

 oxford

Fonte: G1 Foto: Dado Ruvic / REUTERS

CLIQUE AQUI, curta a Fan Page do site e fique informado sobre as notícias da região.

O DiárioRS não se responsabiliza pelo uso indevido dos comentários para quaisquer que sejam os fins, feito por qualquer usuário, sendo de inteira responsabilidade desse, as eventuais lesões a direito próprio ou de terceiros, causadas ou não por este uso inadequado.

  • Drago Restaurante e Pizzaria
  • Revista Spelho
  • SCT Construtora e Incorporadora LTDA
  • Estação Fitness
  • Confecções Helenice
  • Eficaz