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"Pretendo me arriscar no romance", diz escritor Kerley Carvalhedo, que em breve lança K entre nós

 

Kerley 70Kerley Kennedy Carvalhedo é escritor e cronista, escreve sobre cultura e comportamento humano por meio de crônicas, cujo estilo rendeu-lhe premiações e reconhecimento pelo país. Integra coletâneas no Brasil, Argentina, Chile, Portugal e Espanha. Seus textos já foram publicados em Revistas, Livros, Blogs e Jornais. Autor dos livros: Há Tanto Tempo Que Te Amo, poesia, e o mais recente livro de crônicas, K Entre Nós. O livro será lançado em fevereiro. 

Atualmente é colunista dos Jornais DiárioRS (RS), Jornal Portal Canaã (PA) e editor da Revista digital MKLAY BRASIL. Publica quinzenalmente na revista Palavra Comum – Galiza/Espanha. Já foi freelance em importantes jornais como O Agora, Bonde e Folha de Londrina PR. Recebeu homenagens e reconhecimentos, entre elas estão a de medalha cultural do projeto poetizar o Mundo 2018; Menção Honrosa pela Academia Tucuruiense de Letras. Reconhecimento pelo jornal DiárioRS: (Prêmio Colunista destaque do ano) 2018; Monção de Aplausos pela Câmara Municipal de Breu Branco entre outros. É Membro imortal da Academia Tucuruiense de Letras. 

Antes de tudo quero agradecer por ter me convidado para escrever o prefácio para seu livro. Kerley, sou um grande fã do seu trabalho, além de ser um grande cronista, suas crônicas circulam sobre as pequenas coisas cotidianas. Tem algum assunto que não abordaria no seu texto?

Penso que o importante é ter a liberdade de escrever o que quiser. Mas existem certos assuntos que eu não abordaria, piadas com crianças é um deles. Eu gostaria de escrever sobre tudo, porém quem escreve crônica em jornal, aborda o assunto que está no ar. Tem coisas que eu escrevo, porém eu evito, principalmente quando o assunto é futebol, política ou religião. As reações são quase sempre negativas. Faz parte, às vezes nem respondo os comentários.

Antes de falar do seu mais recente trabalho, o K entre nós, você tem outro livro publicado. São crônicas também?

Não. O primeiro livro publicado foi “Há tanto tempo que te amo” são poesias reunidas. Pra falar a verdade, são tentativas de poesias. O livro saiu em E-book (independente). Pretendo em um futuro próximo fazer a reedição e relançar em formato impresso.

Seu livro K entre nós traz um olhar intimista da vida, mas conte-nos, quem são suas inspirações? Quais autores que foi de maior influência no seu trabalho?

Na minha adolescência li muitos os mestres da crônica, como Rubem Braga, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Henrique Pongetti, Rachel de Queiroz, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Nelson Rodrigues, Manuel Bandeira e Carlos Heitor Cony. Nessa mesma época, também descobri outros autores estrangeiros que gosto muito até hoje, são eles: Faulkner, Ernest Hemingway, Scott Fitzgerald, Liev Tolstói e Tchekhov.  Depois de ler tudo isso, tive um cara que foi fundamental na minha carreira, Ignácio de Loyola Brandão. Ele tem um livro que se chama  Se for pra chorar que seja de alegria, que é um livro fantástico de contos e crônicas. Fica a dica.

Como é receber elogios de grandes escritores como Contardo Calligaris, Cláudia Tajes?

Eu não sei explicar, mas é, sem dúvidas, a melhor parte do trabalho. Ter o elogio do Calligaris e da Cláudia, que são grandes nomes da literatura nacional, produz a sensação de que estou no caminho certo, além de poder me dá o luxo de dizer sou um “escritor”. O ofício de escritor exige muita disciplina, criatividade e conhecimento. Esses elogios, confesso que são verdadeiras massagens ao “EGO”.

Pretende se arriscar a escrever um romance, outros gêneros?

Sim. Romance, por exemplo, eu nunca fiz. Não sou romancista e admiro os bons autores. Mas gostaria de fazer um livro que retratasse o nosso momento atual, de solidão na era da tecnologia… Gostaria de compreender esse momento em que as pessoas estão conectadas com o mundo e ao mesmo tempo tão sozinhas. Não sei se conseguiria fazer um romance baseado nisso, mas pretenderia. [risos]

Com essa invasão tecnológica em que as pessoas se privam de situações do cotidiano (como uma conversa olho no olho), prendendo-se a redes sociais, você acha que pode haver uma escassez do cronista, já que ele tem a função de escrever sobre essas pequenas situações corriqueiras?

O cronista é um flâner, está sempre passeando em busca das miudezas do cotidiano.  Entre as diversas variantes da crônica, uma das mais importantes é a crônica de costumes. Ela não fala sobre política ou sobre inquietações da alma. Pelo menos, não diretamente. Fala de coisas pequenas, de assuntos comuns, cotidianos, rotineiros e triviais. Os cronistas de costumes são pescadores que jogam seu anzol em busca de pequenos momentos que revelam importantes características dos homens ou dos tempos. Talvez haja bons cronistas por aí, só que devem está ocupados assistindo alguma série ou filme na Netflix.

Há uma questão sempre que me pega: Há diferença entre um livro escrito por homem ou mulher?

Bom, primeiro que este é um assunto bastante complexo. Talvez eu não consiga responder a essa pergunta com tanta clareza, afinal, é um tema discutido há anos, entretanto podemos pontuar algumas coisas, como por exemplo, a chegada tardia da mulher ao mundo clássico da cultura. Por motivos óbvios; ela não podia ler, escrever, ir para escola entre outras coisas que já sabemos. Esta é a primeira restrição: acesso ao conhecimento. Portanto, temos menos mulheres na literatura do que homens. Talvez a outra razão, esteja na perpetuação do machismo, contudo, isso é outro assunto para outra hora. Mas respondendo grosso modo, não vejo diferença entre um livro escrito por mulheres e por homens, mas é certo dizer que os homens são oficialmente lidos.

Fala um pouco sobre o livro “K Entre Nós”. O que você quis transmitir com esse trabalho?

“K Entre Nós” é uma seleção de crônicas escolhidas por mim e pelos meus editores, Fernanda Monthé e João Paulo. Ah, só um detalhe; antes das crônicas serem enviadas para a editora, primeiro elas passaram por você, Leandro que deu um toque profissional com seu olhar de editor e jornalista. Bom, o livro é solar, são crônicas que tratam do cotidiano corriqueiro de um jeito leve e divertido. É um mesclado de realidade e ficção. A maioria das crônicas eu publiquei nos jornais, revistas e sites. Não sei se consegui transmitir àquilo que eu queira neste livro, embora sinta que tive uma conversa com meus leitores.  As crônicas são escritas de forma despretensiosas, algumas trazem esperanças, recomeços, humor. reflexões e principalmente o amor sobre a vida. O livro foi publicado pela Darda Editora, no Rio de Janeiro. São 61 crônicas, 136 páginas. O lançamento será no início de março de 2019.

Onde podemos encontrar seu livro?

Após o lançamento oficial, o livro estará disponível no site e na livraria virtual da própria editora www.dardaeditora.com.br, www.dardalivraria.com.br e também no meu site www.kerleycarvalhedo.com.br que entrará no ar dia 01 de março de 2019. E, claro, através da minha página oficial facebook.com/kerleykarvalhedo entrando em contato pelo inbox.

O que você acha do feedback que recebe dos fãs com seu livro e suas crônicas?

Fico fascinado com todo feedback que recebo dos meus leitores, principalmente com relação às minhas conquistas como escritor. E quando eu sei que as pessoas estão torcendo pelo meu sucesso, fico mais animado a continuar escrevendo. É reconfortante saber que em algum lugar alguém vai ler o que você criou, que pode fazer a diferença no cotidiano das pessoas, no mínimo se divertir. Eu me sinto útil. Sinto que o meu trabalho está sendo bem feito.

Para finalizar, você está trabalhando em um novo projeto?

Estou escrevendo um novo livro que é um romance. Na verdade estou com muitos projetos novos, o ano só está iniciando. Pretendo lançar outra coletânea de crônicas antes do fim do ano, mas não sei quais são os planos do editor. Ainda não posso afirmar, quem sabe no próximo ano talvez saia um livro de contos. 

Kerley 69

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