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Inter leva susto, mas confirma histórico e vence Emelec no 'abafa'

Não foi com futebol vistoso, bem longe disso, mas o Internacional venceu o Emelec. Nesta quarta-feira (04), o Colorado saiu na frente, cedeu a virada e passou a levar sustos em série. Desorganizado, o time de Diego Aguirre mostrou brio e arrancou a vitória na base do abafa: 3 a 2. Gols de Nilmar, Alex e Réver. Os visitantes fizeram com Burbano e Mena. O placar não garante a liderança no grupo 4 da Libertadores, mas tem gosto de goleada tamanha a dificuldade.

inter

O resultado em casa deixa o Internacional com seis pontos. O Emelec, mesmo derrotado, continua líder da chave. A vitória confirma o histórico do Colorado, que em outras três edições da competição enfrentou os equatorianos e jamais perdeu.

A escalação do Inter teve como novidades Nico Freitas e Vitinho. O volante uruguaio herdou a vaga do lesionado Aránguiz. Já o meia-atacante emprestado pelo CSKA ficou com a vaga de Jorge Henrique. Vistoso no começo, o Colorado foi para lá de irregular. Com uma defesa frágil e que penou diante da velocidade do Emelec. No fim, a qualidade individual e a vontade pesaram.

Fases do jogo: O primeiro tempo em Porto Alegre teve dois jogos dentro dele. Até os 20 minutos o Inter era soberano tanto na posse de bola como nas chances de gol. Envolvente e com muita intensidade, o Colorado acertou a trave com Vitinho – em cobrança de falta – e abriu o placar em bela jogada. D'Alessandro achou espaço para dar um lançamento perfeito a Nilmar. O atacante entrou pela esquerda da área, venceu dois marcadores e chutou rasteiro.

O problema é que com a vantagem o Inter parou e o Emelec acordou. Com três atacantes, o time equatoriano forçou as bolas longas e também subiu a marcação. O resultado foi um festival de passes errados e problemas do Colorado para sair de sua defesa. Em uma das falhas, D'Alessandro enforcou a bola para Nilton e deixou a zaga exposta. Burbano recebeu de Bolaños, driblou Alisson e empatou.

A igualdade no placar deixou o time de Diego Aguirre nervoso e nulo ofensivamente. Tudo piorou aos 41, quando D'Alessandro deu um pique na ponta esquerda e sentiu o músculo posterior da coxa. Imediatamente o gringo pediu substituição e deu lugar a Alex. Do banco, o capitão do time assistiu ao que parecia impossível diante de um adversário que jamais havia vencido o Inter. Aos 46, Mena tabelou com Bolaños e entrou cara a cara com o goleiro para virar o jogo.

Os donos da casa foram para o vestiário de cabeça inchada e com uma defesa outra vez contestada. Exposta mesmo com Nico Freitas na vaga de Aránguiz. E um ataque que sumiu ao longo do confronto. A posse de bola do primeiro tempo resume o duelo. O Inter, mesmo em casa, teve a bola em 46% do tempo e os outros 54% foram do Emelec, de acordo com site da Conmebol.

Na segunda etapa o Inter partiu para o tudo ou nada, levou sustos em série nos primeiros minutos pela saída de seus dois laterais ao mesmo tempo, mas acabou sendo recompensado. Nilmar serviu Alex, ele ganhou do marcador pela esquerda e chutou na saída do goleiro. A bola ainda bateu em Dreer, mas foi para o fundo da rede. Empate e alívio.

Aos 36, Alex cobrou escanteio da direita e forçou. Dreer rebateu para o meio da área e Réver chutou de primeira: 3 a 2. O gol da segunda virada e da vitória. Suada. Antes do apito final, Nilmar sentiu a coxa e ficou em campo apenas para fazer número. O Emelec, que esteve perto de fazer história em Porto Alegre, não mostrou mais qualidade para empatar. Apesar da vontade.

O melhor: Nilmar - questionado pela falta de gols no ano, camisa 7 quebrou o jejum particular e ainda deu assistência para Alex empatar o jogo. Teve lampejos do atacante velocista de anos anteriores.

O(s) pior(es): Fabrício e Léo -  os dois laterais erraram passes, penaram nos cruzamentos e foram facilmente batidos pelo time veloz do Emelec. No começo do segundo tempo houve desespero generalizado no setor. Diego Aguirre precisou mudar os planos e segurar ambos no campo defensivo.

UOL Esportes

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