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Crise na saúde: remuneração baixa do SUS fecha leitos em hospitais e atrasa salários de médicos

 

sus Hoje boa parte dos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) realizados nos hospitais gaúchos é bancada por planos de saúde e pacientes particulares. A tabela de remuneração do Sistema Único de Saúde (SUS) é insuficiente para as despesas, o que obriga hospitais a fecharem leitos, gerando grandes filas nos corredores das emergências.

Em entrevista à Rádio Uirapuru, o presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Paulo de Argollo Mendes, disse que a tabela não paga nem as refeições feitas pelos pacientes nos hospitais. Destacou que a saúde vive um momento dramático e é ainda mais agravante no Rio Grande do Sul, que passa por um período de crise econômica.

Mendes ressaltou que, nos últimos meses, houve uma diminuição significativa dos leitos psiquiátricos, em plena epidemia de craque, e dos leitos pediátricos. O presidente destaca que a crise atinge todo o Estado, por isso Passo Fundo não é exceção.

Outro fator que vem preocupando o sindicato é com a remuneração da categoria, que também está em risco, tanto pela depreciação dos pagamentos do SUS, quanto pelo salário pago pelo governo estadual. Em alguns locais, como em Cruz Alta, profissionais da saúde ficaram meses sem receber.

O presidente do Simers ressaltou que, por falta de pagamento, muitos médicos trocaram de emprego. Mendes salientou que a categoria enfrenta dificuldades até com a falta de medicamentos e de materiais, como luvas cirúrgicas.

A terceirização também têm sido um grande problema na área da saúde porque a maioria das empresas que assumem acabam demonstrando não ter condições de manter a administração do serviço e a adequada manutenção dos materiais e dos medicamentos necessários.

 

Jornalismo Uirapuru

Hoje boa parte dos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) realizados nos hospitais gaúchos é bancada por planos de saúde e pacientes particulares. A tabela de remuneração do Sistema Único de Saúde (SUS) é insuficiente para as despesas, o que obriga hospitais a fecharem leitos, gerando grandes filas nos corredores das emergências.

 

Em entrevista à Rádio Uirapuru, o presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Paulo de Argollo Mendes, disse a tabela não paga nem as refeições feitas pelos pacientes nos hospitais. Destacou que a saúde vive um momento dramático e é ainda mais agravante no Rio Grande do Sul, que passa por um período de crise econômica.

 

Mendes ressaltou que, nos últimos meses, houve uma diminuição significativa dos leitos psiquiátricos, em plena epidemia de craque, e dos leitos pediátricos. O presidente destaca que a crise atinge todo o Estado, por isso Passo Fundo não é exceção.

 

Outro fator que vem preocupando o sindicato é com a remuneração da categoria, que também está em risco, tanto pela depreciação dos pagamentos do SUS, quanto pelo salário pago pelo governo estadual. Em alguns locais, como em Cruz Alta, profissionais da saúde ficaram meses sem receber.

 

O presidente do Simers ressaltou que, por falta de pagamento, muitos médicos trocaram de emprego. Mendes salientou que a categoria enfrenta dificuldades até com a falta de medicamentos e de materiais, como luvas cirúrgicas.

 

A terceirização também têm sido um grande problema na área da saúde porque a maioria das empresas que assumem acabam demonstrando não ter condições de manter a administração do serviço e a adequada manutenção dos materiais e dos medicamentos necessários.

 

 
 
 
 
 
 

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