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17 de outubro - Dia Mundial de Combate à Dor: Combatendo a dor oncológica

 

A dor é um sintoma frequente em pacientes com câncer, mas com uma avaliação e tratamento adequado é possível reduzi-la

O Dia Mundial de Combate à Dor é celebrado em 17 de outubro. Devido ao crescimento da prevalência de casos de dor crônica, aquela com longa duração, 2018 foi escolhido como Ano Mundial de Excelência em Educação em Dor pela Associação Interacional para o Estudo da Dor (IASP), contando com a participação da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED). 

A dor em pacientes oncológicos pode ser ocasionada pela própria doença, mas também pelo tratamento, acarretando sofrimento para o paciente e afetando a sua qualidade de vida. A prevalência de dor em pacientes com câncer aumenta com a progressão da doença. Conforme dados do manual de Controle da Dor do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a dor moderada ou intensa ocorrem em 30% dos pacientes com câncer recebendo tratamento e em 60% a 90% dos pacientes com câncer avançado. 

Há dois tipos de dor: a aguda e a crônica. De acordo com a médica do Centro de Tratamento do Câncer (CTCAN), Dra. Mariângela Pecly, especialista em Acupuntura e Tratamento da Dor, a aguda é definida por alguns como uma dor de duração menor do que seis meses, tem caráter de proteção e em geral é sintoma de alguma doença ou lesão já estabelecida ou potencial. Já a crônica, seria aquela, portanto, com duração maior que seis meses, que não mais apresenta o aspecto de sinalizar, alertar e, principalmente, ultrapassa o tempo habitual de cura da lesão que a desencadeou. Atualmente é reconhecida como doença, e envolve variados mecanismos de sensibilização do sistema nervoso. 

De acordo com pesquisa da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED), 37% da população brasileira, ou cerca de 77,1 milhões de pessoas, têm dores crônicas, sendo as mais comuns nas costas, articulações, cabeça e as ligadas ao tratamento e padecimento de doenças como câncer e esclerose múltipla.

A dor relacionada ao câncer é geralmente o sintoma mais temido da doença e pode acompanhar o paciente em diversas fases do tratamento. “É mais frequentemente causada pelo tumor, mas pode ser causada também pelos métodos investigativos ou pelo próprio tratamento, como: quimioterapia, radioterapia ou cirurgias. Sua intensidade vai depender do tipo de câncer, do estadiamento da doença assim como do limiar e tolerância à dor”, explica Mariângela.

Câncer de mama, próstata e pulmão podem ser acompanhados por metástases ósseas e essas são causas frequentes de dor nesses pacientes. A invasão ou compressão de nervos, medula espinhal e órgãos pela doença também são causas de dor e quanto mais avançado o estágio da doença mais dor o paciente pode apresentar. 

Dor afeta a qualidade de vida
Conforme a Associação Interacional para o Estudo da Dor (IASP), a dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável que é descrita em termos de lesões teciduais, reais ou potenciais, sendo sempre subjetiva e pessoal para cada indivíduo. 

A dor acarreta sofrimento e estresse ao paciente. “A dor relacionada ao câncer seja ela aguda ou crônica, interfere frequentemente nas atividades rotineiras, autonomia, sono, alimentação, convívio social e familiar e vem sempre acompanhada de sofrimento e pode se não tratada adequadamente, comprometer imensamente a qualidade de vida desses pacientes. A cada mudança de comportamento da dor ou medicação deve ser reavaliada”, salienta a especialista. 

O tratamento da dor
O tratamento da dor relacionada ao câncer é possível e obrigatório. Conforme Mariângela, os medicamentos opioides, analgésicos à base de opiáceos, quando indicados são muito eficazes no controle dessa dor e seu uso não deve ser temido. “Pacientes e cuidadores devem ser orientados quanto a seus mecanismos e possíveis efeitos colaterais e esses sempre devem ser evitados. A adesão ao tratamento depende muito dessa relação de confiança entre equipe cuidadora, paciente e familiar, portanto é algo que deve ser sempre estimulado e revisto”, destacou a especialista.

Mariângela também ressalta que o acesso à uma equipe multidisciplinar especializada em oncologia (fisioterapeuta, nutricionista, dentista, psicólogo, fonoaudiólogo, enfermeiro, farmacêutico, acupunturista, oncologista, médico geneticista, entre outros) faz toda a diferença na qualidade desse controle e sempre que possível deve ser recomendado.

Acupuntura aliada no combate à dor
Muitas alternativas são indicadas para o tratamento da dor. Uma delas é a acupuntura, que é um recurso terapêutico que utiliza agulhas específicas em determinados pontos pelo corpo estimulando habilidades naturais de cura, aliviando dores. “A acupuntura deve sempre ser lembrada como uma possibilidade terapêutica, não para a doença em si, mas de muitos sintomas comuns que podem acometer esses pacientes, como: dores em geral, náuseas e vômitos pós- quimioterapia, xerostomia, cansaço, insônia, ansiedade, depressão, alterações do apetite, constipação intestinal, alterações na imunidade, entre outras”, ressalta Mariângela.

Acupuntura

Acupuntura

CTCAN Mariangela Pecly

CTCAN - Mariângela Pecly

 

Fotos: Divulgação
Dia Mundial de Combate à Dor é celebrado em 17 de outubro. Muitas alternativas são indicadas para o tratamento da dor. Uma delas é a acupuntura


Assessoria de Imprensa CTCAN
Natália Fávero
Jornalista Mtb nº 14.761

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